19 de mai. de 2009

Quadrilha de irresponsáveis.

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atualizado em 20.05.2009

imagem retirada do site Viomundo - Luiz Carlos Azenha

O tucanato está desesperado.

Criou uma CPI para investigar a Petrobras, maior empresa brasileira, nona do setor no mundo.
Não levaram em conta que uma companhia como esta, com ações na Bolsa - considerada blue chip - poderia ser investigada pelo Ministério Público ou Tribunal de Contas.
Se é que há algo a ser investigado.

Na verdade, o que a quadrilha de tucanos deseja é forçar a privatização da Petrobras. Tentaram até mudar seu nome, no infeliz mandato de FHC. Leia aqui. O objetivo era dar uma aparência de empresa privada. Não deu certo.

O jogo político está claramente contrário à eleição de candidato tucano. O Coroné José Serra sabe disso. Até tentou espalhar a notícia de que Aécinho Neves seria seu vice, numa chapa puro sangue ... o governador de Minas logo tratou de desmentir.

A irresponsabilidade da cúpula do PSDB é tão grande, que, para tentar manchar a imagem do governo do PT, jogam o nome de uma empresa importante na vala comum das CPIs. Todos sabem o circo que se forma em volta dos holofotes. Mesmo assim, insistem.

Talvez fosse mais interessante aos tucanos investigarem seus próprios membros. Por exemplo, o ex-governador do Espírito Santo, José Ignácio Ferreira, à época do PSDB, foi condenado a nove anos de prisão por desvio de verbas. Governou o estado capixaba de 1999 a 2002.

A sentença foi dada pelo juiz Willian Silva, da 6ª Vara Criminal de Vitória, por formação de quadrilha, apropriação indébita e lavagem de dinheiro.

Condenado por formação de quadrilha. Hoje, está sem partido.

É essa gente que assume um ar de moralista diante de uma câmera de TV para aparecer no Jornal Nacional.

Querer desmoralizar, agora, a Petrobras para privatizá-la no futuro é bem a cara do PSDB/DEM.


Quadrilheiro que é quadrilheiro, joga para a imprensa.

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16 de mai. de 2009

A NOVA POUPANÇA

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A pedido de meus amigos do Blog BRASIL MOBILIZADO, postei lá sobre o assunto caderneta de Poupança.

Trechos:

Alcançamos uma situação econômica que nos coloca numa posição sólida e estável; inflação sob controle, crescimento positivo e constante (apesar da crise internacional, manteremos o PIB ascendente, devido às políticas da equipe econômica do governo Lula), juros em queda e distribuição de renda como nunca se fez na história recente do Brasil.
...
A tradicional Caderneta de Poupança, tema desta postagem, é parte fundamental da nova ordem econômica que atingimos. Criada com a finalidade de financiar a “casa própria” da classe trabalhadora, sempre serviu ao pequeno poupador – assalariado, pequeno empresário, aposentados – como instrumento de reserva de capital com garantia total de liquidez.
...
(...)diante da redução das taxas de remuneração, os investidores passaram a enxergar a boa e velha Caderneta de Poupança como fonte de investimento de maior retorno.

Estou falando dos 6% ao ano da poupança frente a uma SELIC de 9%.
Isso provoca uma distorção.

Se os investidores migrarem para a poupança, os bancos perderão recursos para empréstimo e financiamento.

Quem quiser ler o post integral, clique aqui.

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14 de mai. de 2009

O VÍCIO DA MENTIRA

*** Porquinho: símbolo da Caderneta de Poupança

O Ministro da Fazenda e o Presidente do Banco Central em entrevista, ontem, anunciaram as mudanças propostas para a Caderneta de Poupança à partir de 2.010. O fizeram de forma corriqueira e transparente; apresentaram os pontos importantes e responderam aos questionamentos dos jornalistas presentes.

Tudo na normalidade de um governo democrático, visto a nova condição econômica alcançada pelo país e diante da queda da taxa real de juros e da impossibilidade de manutenção das práticas de remuneração deste investimento.

Bem diferente dos últimos dois governos eleitos.

Fernando Collor e Zélia Cardoso tungaram descaradamente os poupadores através do confisco;
Fernando Henrique e Pedro Malan tungaram descaradamente os rendimentos maquiando os índices de inflação.

À saída do evento, a imprensa mais comprometida do planeta começou a repercutir o fato. As salas de redação de jornais conservadores preparam a notícia de forma a assustar o poupador, o pequeno investidor, para quem as novas regras não alteram em absolutamente nada o rendimento.

Manchetes dos jornais de hoje:

ESTADÃO – Governo taxa classe média e isenta pequeno poupador;
FOLHA
Governo propõe taxar poupança;
O GLOBO
Governo vai taxar poupança e incentivar aplicação em fundos;
CORREIO BRAZILIENSE – Lula taxa poupança; entenda as mudanças.

O vício da mentira não permite que motivos e explicações se exponham com clareza à população. É a forma de tapeação que a imprensa acredita dar resultado.

Parece muito difícil a mídia brasileira compreender seu papel. Tratam de dar ênfase mentirosa nas chamadas de matéria com a única finalidade de provocar desconfianças; há sempre a deformação enganadora, a incompletude deliberada e subterfúgios no atacado!

A boca torta da elite conservadora e reacionária brasileira, a imprensa comprometida até o pescoço, acredita ter o poder de enganar as pessoas.

É um vício.
Uma doença.

Talvez os editores chefes o façam sem saber suas consequências, ou, ainda pior, sabem e se travestem de libertários guardiões da verdade. Seus patrões, entretanto, apoiadores da recente ditadura militar, se regozijam com a doença de seus empregados, viciados em mentir, e apontam seus dedos imundos condenando o rumo para progresso e para a distribuição de renda. Querem a volta dos tungadores!

Este texto foi inspirado na matéria chamada “O vício” escrita pelo jornalista(zinho) Josias de Souza na Folha de hoje. (link só para assinantes)

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12 de mai. de 2009

Rio Grande: o desmanche II

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Confesso que não estava entendendo as razões que levaram a revista Veja a publicar as denúncias contra a Governadora Yeda Crusius.
Ingenuidade, a minha.

Hoje leio no UOL que o partido da governadora pretende "rifar" Yeda para apoiar o peemedebista José Fogaça.
O portal diz:

"O eventual apoio ao prefeito teria o apoio do grupo ligado ao governador de São Paulo, José Serra, e atenderia ainda a outro objetivo do PSDB, que é o de formar alianças regionais com o PMDB para fortalecer seu candidato à Presidência nos Estados e diminuir o palanque governista, mesmo na hipótese de uma aliança formal nacional entre PT e PMDB. "

Pronto.
Já entendi.

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11 de mai. de 2009

Rio Grande: o desmanche I

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atualizado dia 12 de Maio de 2009 às 07h00.
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Referências a irregularidades na campanha de Yeda Crusius ao governo do RS estão levando ao afastamento da Governadora. É muito provável que, diante de fatos, seja inevitável retirá-la do poder. As denúncias foram feitas pelas revistas Carta Capital (foto) de Mino Carta, e pela Veja, dos Civita.

Depois do escândalo do DETRAN, comentado aqui no ano passado, agora as provas remetem ao CAIXA 2 da campanha da então candidata do PSDB ao governo gaúcho.

Há o registro de uma conversa entre Lair Ferst, um dos coordenadores de campanha, e Marcelo Cavalcante, ex-assessor de Yeda, morto em Brasilia, em fevereiro (teria, supostamente, cometido suicídio), onde Cavalcante admite ter recebido R$ 200 mil para a campanha, de empresas de fumo do estado do Rio Grande do Sul. Estes valores nunca foram declarados.

O dinheiro, em espécie, teria sido entregue ao marido de Yeda, Carlos Crusius. Rumores apontam que o dinheiro teria sido utilizado para a compra da casa onde Yeda vive.

Lair Ferst, empresário, é quem teria feito as gravações e entregue ao Ministério Público. Ele é acusado de chefiar a quadrilha que desviou milhões do DETRAN do RS.

Tanto Yeda, quanto as empresas de fumo (Alliance One e CTA Continental) negam tudo. É óbvio.

Mas aqueles que vivem mais de perto a realidade do Rio Grande já dão como certa a queda da Governadora do PSDB. O Senador Pedro Simon do PMDB, por exemplo, que inicialmente apoiava a governadora, já se coloca numa posição independente.

O desmanche do Rio Grande do Sul começou. Infelizmente para o bravo povo gaúcho, que pagará caro o desperdício de tempo e dinheiro que a governadora provocou. Uma CPI já comeca a ser articulada no RS para apontar os fatos da decadência do governo tucano em Porto Alegre.

Resta esperar que a queda seja rápida, para que os efeitos possam ser corrigidos sem muita dor.

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8 de mai. de 2009

O ataque contra a reforma política.


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atualizado dia 12 de maio de 2009 às 07h00

A Folha (tu)canalha de São Paulo, em seu editorial de ontem – A lei dos descarados (só para assinantes), atacou o projeto apresentado ao Congresso pelo Ministro da Justiça, Tarso Genro, do PT, cujo conteúdo, entre outros temas, trata do FINANCIAMENTO PÚBLICO de campanhas eleitorais e de voto em LISTAS FECHADAS de candidatos.

Não é de se estranhar a oposição à reforma que a FSP faz.

Os Frias, assim como os Mesquita, os Marinho e os Civita, apostam na continuidade do subdesenvolvimento do Brasil como arma para manter seu poder intacto. A desinformação que estes órgãos de imprensa produzem é proporcional ao atraso secular a que fomos submetidos desde o Descobrimento. Felizmente, estão perdendo credibilidade.

O financiamento público de campanhas eleitorais já existe, em parte, desde a ditadura miltar. O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, que não são gratuitos, mostram bem as intenções da mídia mais comprometida do planeta. A FSP não se opõe a ele, pelo menos, não o menciona no editorial. As empresas que veiculam a propaganda eleitoral obrigatória descontam do Imposto de Renda, na sua totalidade, o tempo dispendido para a difusão das imagens e/ou gravações. A preços de tabela, sem descontos. Portanto, quem paga a conta é o contribuinte!

A proposta do Ministro Genro prevê a quantia de 900 milhões de Reais, para o primeiro turno, e 260 milhões de Reais para eventual segunto turno. Dinheiro do contribuinte, sim senhor, que é quem vai sustentar o governante durante o tempo de exercício do mandato do Prefeito, Senador, Governador e Presidente da República.

Em países da Europa isso já existe. O objetivo é impedir as doações de particulares a candidatos, fomentando o caixa 2, um dos maiores males da política tupiniquim. Ao não ser financiado por um grupo ou empresa, o eleito não deve nada a ninguém, portanto, pode legislar em benefício de quem o elegeu, ou seja, o povo.

E, em caso de recebimento de dinheiro “por fora”, desde que comprovado, o eleito estaria submetido às sanções legais previstas, inclusive, com a perda do mandato.

Mas FSP insiste. Diz:

A PROVOCAÇÃO é de tal ordem que se chega a suspeitar de algum surto de insanidade coletiva.”

Insano é quem escreveu o editorial, que não seria capaz de manter sua argumentação com qualquer pessoa bem intencionada.

E, à respeito das listas de candidatos, voltam os ataques da FSP:

(...)depois do descalabro ético em que se envolveram tantos parlamentares, dos mais diversos partidos, do que um dispositivo que lhes permita esconder o próprio rosto no momento da eleição. É a lei dos descarados -e uma das piores afrontas às instituições democráticas do país desde que se encerrou o regime militar. – talvez devessem dizer o brando regime militar ...

As listas fechadas, de deputados federais, estaduais e vereadores, ao serem preparadas pelos partidos, com indicações de seus nomes de preferência, são submetidas aos eleitores que as aceitam, ou não. Ao votar na legenda estará se votando no projeto determinado pelos membros do partido, que poderá ser o projeto para sua cidade, seu estado e seu país. Esta é a forma encontrada para eliminar, definitivamente, os acordos que o Executivo se vê obrigado a fazer com o Legislativo em troca de aprovação de matérias.

É assim que se faz democracia. Pelo menos, nos países sérios.

Aqui, pelo visto, quando a midia mais comprometida do planeta decidir implodir as propostas de reforma política, usarão todos os argumentos mentirosos e desonestos que estão acostumados a usar.

O editorial da FSP é uma afronta à inteligência das pessoas. Pretender, através de argumentos imaginários, destruir a tentativa de ordenamento político no Brasil; é um crime, e será cobrado no futuro próximo.

Este blog, assim como outros, estará atento a estas tentativas de manipulação da opinião pública. As mentiras serão desmascaradas. Os interesses destes grupelhos midiáticos serão revelados, um a um, pelas centenas de blogs independentes do Brasil.

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7 de mai. de 2009

Dez mil velas

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A noite de Brasilia foi iluminada, ontem, por velas.

O Movimento "Fora Gilmar" reuniu milhares de pessoas que, através de cada vela acesa, pediam a saída do Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal.

Segundo o blog de Leandro Fortes, os carros que passavam buzinaram e pessoas desciam dos ônibus para prestar solidariedade.

Uma manifestação digna, feita por pessoas comuns, dirigida a um magistrado que provou não ter capacidade de presidir a Corte Suprema do Brasil.

Seus próprios pares já entendem que o Ministro Gilmar Mendes não está apto a exercer o cargo. Ao ser acusado pelo colega, Dr. Joaquim Barbosa, de estar destruindo o Judiciário, a posição de Gilmar Mendes passou a ser insustentável.

A luz refletida pelas 10.000 velas são o símbolo de sua queda inevitável.

O Ministro estava em seu gabinete, ontem à noite, enquanto a manifestação acontecia na Praça dos Três Poderes.

Mandou cercar a àrea do STF para evitar a aproximação do povo. Usou a desculpa de proteção a um evento que acontecia no Supremo.

O Ministro viu a manfestação.

Viu as velas e suas luzes.

Viu as pessoas carregando faixas e gritando palavras de ordem.

Ouviu tudo, acreditando estar protegido. Permaneceu encastelado.

Gilmar Mendes não saiu à rua.

Joaquim Barbosa tinha razão.

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4 de mai. de 2009

As mentiras do Coroné.

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O Governador do estado mais rico do país, Coroné José Serra, vem espalhando uma mentira.
Gaba-se, utilizando imprensa mais comprometida do planeta, de ter reduzido a violência no estado de São Paulo.
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É um cara-de-pau.
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Dados da Secretaria de Segurança Pública de SP mostram o aumento assustador dos números da violência contra a pessoa, como se pode verificar no gráfico abaixo.
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Comparando os dados do primeiro trimestre de 2008 com os do primeiro trimestre de 2009, percebe-se claramente um aumento considerável em alguns crimes, como por exemplo, estupro e roubo de veículos, com crescimento de mais de 33%.

É verdade que a comparação com dados do último trimestre de 2008 revelam decréscimo em homicídios e em vítimas fatais deste tipo de crime. Mas parece ser apenas uma diminuição sazonal, já que todos os outros tipos de crime aumentaram.

O Coroné gosta de dizer que sua marca administrativa é a diminuição dos índices de violência. Agora, diante do inegável, prefere dizer que a culpa é da crise e do aumento do desemprego. Mas como, Coroné, se você sempre disse que sua polícia era eficiente?

Vou reproduzir, abaixo, uma frase de Gilberto Dimenstein, de sua pensata de 01/05/2009, publicado na Folha Online, para não dizerem que fico pegando no pé do Coroné:

"Se não mudar rapidamente esses números, Serra deixará o governo, arranhando uma das maiores conquistas sociais não só de São Paulo, mas também do Brasil --a redução da violência. E será não por uma questão econômica, mas de gestão."
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2 de mai. de 2009

A GRIPE E A CRISE

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Crianças mexicanas usam máscaras para se prevenir da gripe

Dois dos maiores laboratórios mundiais, os suiços Roche e Novartis, esperam que a gripe suina se espalhe pelo mundo todo. E quanto mais rápido, melhor.

Atingidos pela crise financeira que assola todos os setores da economia mundial, os laboratórios farmacêuticos passam por dificuldades. Entretanto, a gripe pode ser a salvação instantânea.

A esperança é alavancar o volume de negócios através do fornecimento de medicamentos antigripais, como o Tamiflu, contra o virus A/H1N1, com produção anual de 4 bilhões de comprimidos, segundo informa a France Press. Este mesmo remédio foi produzido pelos suiços para combater a gripe aviária.


Tamiflu, antigripal da Roche


"A nova crise sanitária pode trazer impulsos únicos sobre o volume de negócios e se traduzir por uma leve alta dos lucros", comentou Andrew Weiss, analista de um banco privado.

Assim é o capitalismo.

A oportunidade de ganhar dinheiro pode vir de qualquer lugar, nem que vidas humanas sejam a fonte do lucro.

Laboratórios farmacêuticos são os maiores responsáveis pela ineficiente medicina nos países não-desenvolvidos. Enquanto subornam governos, políticos, juízes e médicos, milhões de pessoas afetadas por males os mais diversos morrem nos hospitais públicos por falta de medicamentos que os governos não podem pagar.

O altíssimo preço dos remédios é a armadilha criada pelos países ricos contra populações inteiras que dependem da saúde pública. As patentes são as armas mais eficazes para produzir balanços gordos de lucros.

E quando um remédio, por exemplo, contra agripe suina, se torna imprescindível, milhares de cifrões saltam aos olhos dos acionistas dos laboratórios que, felizes, comemoram mais uma epidemia.

É um caso de polícia!

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25 de abr. de 2009

A Folha tão tucana é canalha!

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A Folha de São Paulo publicou matéria à respeito dos atos terroristas da Ministra Dilma Rousseff. Sua chamada de capa tratava a Ministra como ex-guerrilheira, e publicava a foto de sua ficha, mencionando ter sido obtida do DOPS.

Fiz postagem a respeito.

Agora, sem conseguir provar a autenticidade do documento - nem das declarações de um suposto companheiro de Dilma à época - volta ao tema usando um discurso no mínimo canalha.

A Folha diz:

"O primeiro erro foi afirmar na Primeira Página que a origem da ficha era o “arquivo [do] Dops”. Na verdade, o jornal recebeu a imagem por e-mail. O segundo erro foi tratar como autêntica uma ficha cuja autenticidade, pelas informações hoje disponíveis, não pode ser assegurada -bem como não pode ser descartada."

Então é assim?
Não são capazes de assumir um erro, ou a má intenção?

Nessa mesma linha, vou denunciar também:

Recebí fotos de uma suposta orgia onde participam jornalistas da Folha, homens e mulheres, e o Coroné José Serra! Alguns garotos e garotas de programa também aparecem nas imagens.

Minha fonte pediu anonimato. Não publico por razões óbvias, além de ser uma imagem terrível a do Coroné Serra pelado!
As fotos parecem verdadeiras, mas não posso descartar a possibilidade de terem sido montadas!

E assim caminha a imprensa mais comprometida do planeta!
Sem respeito. Sem caráter.

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22 de abr. de 2009

Obrigado, Ministro!

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Ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, disse algumas verdades ao presidente do STF, Gilmar Mendes.

Ei-las:

"Vossa excelência me respeite. Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país e vem agora dar lição de moral em mim. Saia à rua, ministro Gilmar. Faça o que eu faço"

"Vossa excelência está na mídia destruindo a credibildade do Judiciário brasileiro ..."

"Vossa excelência não está falando com seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar..."

"É uma intervenção normal regular. A reação brutal, como sempre, veio de Vossa Excelência. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências dessa decisão"

"Vossa excelência com a sua tradicional gentileza e lhaneza ..." (em tom irônico).

Ministro do STF Dr Joaquim Barbosa

Essas frases estão registradas e muito nítidas.
O Ministro Barbosa, ao dizer estas verdades publicamente, reflete o pensamento das ruas.
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A postura do presidente do Supremo é oposta à vontade do povo, como bem soube dizer o Ministro Barbosa com a frase .. "Saia à rua!"
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Nós não deixaremos o Presidente de passagem pelo STF destruir o Judiciário.
O Ministro Gilmar está na mídia, e com ela ele irá afundar!
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Obrigado, Ministro Joaquim Barbosa, por ter dito aquilo que eu - e a imensa maioria dos brasileiros - sempre quis dizer.

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22 de Abril de 1.500

Carta de Perto Vaz de Caminha ao Rei D. Manuel
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Em comemoração à data do Descobrimento do Brasil, coloco, abaixo, trechos da carta de Pero Vaz de Caminha comunicando o descobrimento.
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Senhor,
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posto que o Capitão-mor desta Vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a notícia do achamento desta Vossa terra nova, que se agora nesta navegação achou, não deixarei de também dar disso minha conta a Vossa Alteza, assim como eu melhor puder, ainda que -- para o bem contar e falar -- o saiba pior que todos fazer!
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Todavia tome Vossa Alteza minha ignorância por boa vontade, a qual bem certo creia que, para aformosentar nem afear, aqui não há de pôr mais do que aquilo que vi e me pareceu.
Da marinhagem e das singraduras do caminho não darei aqui conta a Vossa Alteza -- porque o não saberei fazer -- e os pilotos devem ter este cuidado.
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E portanto, Senhor, do que hei de falar começo:
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(...) Na noite seguinte à segunda-feira amanheceu, se perdeu da frota Vasco de Ataíde com a sua nau, sem haver tempo forte ou contrário para poder ser !
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(...) Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Traziam arcos nas mãos, e suas setas. Vinham todos rijamente em direção ao batel. E Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os arcos. E eles os depuseram. Mas não pôde deles haver fala nem entendimento que aproveitasse, por o mar quebrar na costa. Somente arremessou-lhe um barrete vermelho e uma carapuça de linho que levava na cabeça, e um sombreiro preto. E um deles lhe arremessou um sombreiro de penas de ave, compridas, com uma copazinha de penas vermelhas e pardas, como de papagaio. E outro lhe deu um ramal grande de continhas brancas, miúdas que querem parecer de aljôfar, as quais peças creio que o Capitão manda a Vossa Alteza. E com isto se volveu às naus por ser tarde e não poder haver deles mais fala, por causa do mar.
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(...) A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita a modo de roque de xadrez. E trazem-no ali encaixado de sorte que não os magoa, nem lhes põe estorvo no falar, nem no comer e beber.
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(...) Mostraram-lhes um papagaio pardo que o Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e acenaram para a terra, como se os houvesse ali.
Mostraram-lhes um carneiro; não fizeram caso dele.
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(...) Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem novinhas e gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas costas; e suas vergonhas, tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as nós muito bem olharmos, não se envergonhavam.
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(...) Neste ilhéu, onde fomos ouvir missa e sermão, espraia muito a água e descobre muita areia e muito cascalho. Enquanto lá estávamos foram alguns buscar marisco e não no acharam. Mas acharam alguns camarões grossos e curtos, entre os quais vinha um muito grande e muito grosso; que em nenhum tempo o vi tamanho. Também acharam cascas de berbigões e de amêijoas, mas não toparam com nenhuma peça inteira. E depois de termos comido vieram logo todos os capitães a esta nau, por ordem do Capitão-mor, com os quais ele se aportou; e eu na companhia. E perguntou a todos se nos parecia bem mandar a nova do achamento desta terra a Vossa Alteza pelo navio dos mantimentos, para a melhor mandar descobrir e saber dela mais do que nós podíamos saber, por irmos na nossa viagem.
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(...) Andamos por aí vendo o ribeiro, o qual é de muita água e muito boa. Ao longo dele há muitas palmeiras, não muito altas; e muito bons palmitos. Colhemos e comemos muitos deles.
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(...) Quinta-feira, derradeiro de abril, comemos logo, quase pela manhã, e fomos em terra por mais lenha e água. E em querendo o Capitão sair desta nau, chegou Sancho de Tovar com seus dois hóspedes. E por ele ainda não ter comido, puseram-lhe toalhas, e veio-lhe comida. E comeu. Os hóspedes, sentaram-no cada um em sua cadeira. E de tudo quanto lhes deram, comeram mui bem, especialmente lacão cozido frio, e arroz. Não lhes deram vinho por Sancho de Tovar dizer que o não bebiam bem.
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(...) Esta terra, Senhor, parece-me que, da ponta que mais contra o sul vimos, até à outra ponta que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos vista, será tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco léguas de costa. Traz ao longo do mar em algumas partes grandes barreiras, umas vermelhas, e outras brancas; e a terra de cima toda chã e muito cheia de grandes arvoredos. De ponta a ponta é toda praia... muito chã e muito formosa. Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande; porque a estender olhos, não podíamos ver senão terra e arvoredos -- terra que nos parecia muito extensa.
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(...) E pois que, Senhor, é certo que tanto neste cargo que levo como em outra qualquer coisa que de Vosso serviço for, Vossa Alteza há de ser de mim muito bem servida, a Ela peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de São Tomé a Jorge de Osório, meu genro -- o que d'Ela receberei em muita mercê.
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Beijo as mãos de Vossa Alteza.
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Deste Porto Seguro, da Vossa Ilha de Vera Cruz, hoje, sexta-feira, primeiro dia de maio de 1500.
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Pero Vaz de Caminha.
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Para ler a carta na íntegra, clique aqui.
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17 de abr. de 2009

Debate: PT X PSDB

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Travou-se um debate entre duas importantes figuras do cenário político brasileiro atual. Alberto Goldman (PSDB), vice-governador de São Paulo, e José Dirceu (PT), ex-ministro da Casa Civil do governo Lula. Deu-se através da coluna tendências/debates da Folha Tucanalha de São Paulo nos dias 05/04 (Goldman) e 17/04 (Dirceu).

O artigo de Goldman, intitulado “Eis a minha contribuição ao debate ideológico. Estou convicto de que a sociedade brasileira deve travar esse debate para 2010” revela a estratégia tucana para as próximas eleições presidenciais. Pretende, como está claro no artigo, qualificar o PT como um partido sectário, socialista à moda soviética, com projeto de poder ao invés de projeto de nação.

Cita a resolução do Diretório Nacional do PT, de 10/02/2009, e a análise sobre a crise financeira internacional. Quer fazer crer que o Partido dos Trabalhadores está atravessando a crise sem grandes dificuldades por causa do excelente governo que o antecedeu, de FHC, e vê como única qualidade do governo de Lula a continuidade às ações do governo tucano anterior, ou “controle da inflação, responsabilidade fiscal, aumento da participação da iniciativa privada nos projetos de infraestrutura e fortalecimento do sistema financeiro nacional.

A resposta de José Dirceu, no artigo “Goldman escreveu um artigo como "contribuição ao debate ideológico". Quem esperava ideias frescas e relevantes ficou frustrado”, rebate a tendenciosidade maliciosa de Goldman.

Dirceu deixa claro que o partido tem “compromisso com a transformação social a partir dos mecanismos da democracia e da participação popular está na raiz do petismo” e que a herança que Lula recebeu foi a pior possível; um país com inflação em alta, altos índices de desemprego, dolar descontrolado, déficit nas contas públicas e disparada nas dívidas interna e externa.

Está claro o posicionamento que o PSDB adotará na campanha do Coroné José Serra à presidência da República. Querem desqualificar o PT enquanto partido político, pois perceberam, atrasados, é verdade, que de nada adianta bater na imagem do presidente Luis Inácio.

Intitulam-se bons gestores da coisa pública mas, como já disse em postagens anteriores, os tucanos são entediados demais para gerir o patrimônio público construído com dinheiro e suor de nosso povo. Preferem privatizar, vender nossos bens a preços de banana, como fez FHC em seus 8 anos infelizes à frente do governo.

No final de seu artigo, Goldman decreta que em 2010 o debate entre os candidatos deverá se dar “entre um projeto de poder de exclusividade de um grupo político ou um projeto de país com foco na justiça social, comprometido com a ampliação dos espaços democráticos e de cidadania”, como se seu partido soubesse lidar com os enormes problemas sociais que afligem nossa população. Goldman deve ter esquecido da promessa que Lula fez na campanha de 2002, dizendo que criaria 10 milhões de empregos. Eram 10 milhões de brasileiros que os tucanos não souberam empregar, ou não quiseram, ou não tiveram a mesma vontade política de quando inventaram o PROER, programa de salvamento de bancos privados.

Lula cumpriu sua promessa, e criou mais de 10 milhões de empregos nestes quase 7 anos de governo.

Assim é o comportamento tucano.

Querem passar a imagem de administradores competentes, apoiados e financiados pelo grande capital e pela grande imprensa. Tivessem sido bons, a popularidade de FHC não estaria ao nível do chão ao final de seu mandato, contrário aos índices de Lula.

O projeto do PT é a inclusão dos brasileiros no mercado de consumo, é aliviar os milhões de pobres condenados pelo neoliberalismo tucano a continuarem pobres. O projeto de país que queremos é o do desenvolvimento com geração e distribuição de riqueza.

Felizmente, o povo do Brasil já percebeu a verdeira face dos tucano-demos. Alberto Goldman, ex-comunista do PCB, não teve capacidade de ouvir a população antes de defender os métodos tucanos de gestão. Tornou-se um intelectual medíocre, amparado pelo “sectarismo antipetista das elites paulistanas”, como bem definiu José Dirceu. É um político que “paga pedágio à oligarquia para que seja esquecido seu passado.”

Link dos artigos (somente para assinantes uol e FSP)
José Dirceu
Alberto Goldman

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11 de abr. de 2009

UM REFÉM NA ENCRUZILHADA

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Li o texto do AZENHA, no Vi o Mundo, e comecei a refletir a respeito à partir de uma visão honesta do momento brasileiro.

O primeiro parágrafo diz:

“O presidente Lula é o grande conciliador. O governo que ele lidera é um sindicato que inclui da elite mais conservadora e retrógrada do Brasil aos movimentos sociais. O Congresso é aquilo tudo que vocês estão acostumados a ver. A Justiça está sob o "comando" de Gilmar Mendes, que emprega outros juizes do STF na escola da qual é proprietário, num caso crasso de impropriedade ética. Esse é o Brasil real. Um país dominado por alguns grandes grupos econômicos, que expressam seu poder através da mídia corporativa em consórcio com parlamentares "de aluguel".”

Perfeito.

Pouco mais à frente, Azenha continua:

“(...) logo depois de ser reeleito o presidente Lula cometeu um erro crucial. Ele tinha capital político para aprofundar a democracia brasileira, não apenas incorporando milhões de cidadãos ao mercado de consumo, mas também à efetiva vida política. Como? Promovendo, por exemplo, a disseminação da internet em banda larga. Deixando de criminalizar as rádios comunitárias. Promovendo as tevês públicas. Estimulando a reforma no sistema de concessões.”

Então, a matéria aponta o erro do acomodamento do PT e de ter criado o Lulismo de resultados. E é aí que meu ponto de vista passa a ser diferente.

O primeiro presidente-operário do Brasil foi eleito, e reeleito, sob os mesmos vícios da democracia latinoamericana, ou seja, aquela em que todo o poder está nas mãos do executivo mas depende do legislativo e do judiciário para implementar sua política de governo.

É notório o interesse individual do Congresso brasileiro; parlamentares legislam para a minoria branca (de olhos azuis) e rica do Brasil, da qual eles mesmos fazem parte. Sem generalizações, a cara do Congresso Nacional é bastante diferente da cara do povo.

Não bastasse isso, o poder Judiciário, que não é eleito, apóia as ações da mesma elite que influi no destino do país.

Para piorar, boa parte da mídia revelou-se comprometida até o pescoço, na esperança de reconduzir “sua gente” ao poder.

O Presidente da República é refém deste sistema nocivo. Porisso discordo do Azenha. Pouco pode ser feito nos moldes atuais, onde o processo eleitoral privilegia as campanhas mais caras, onde o horário eleitoral gratuito é um espetáculo de marketing televisivo, onde a “maquiagem” dos candidatos esconde a verdadeira face do proponente.

Luiz Carlos Azenha levanta um assunto muito importante. O debate sobre a crise, e quem perde mais. Nem Lula nem o PT parecem ter se dado conta que o mundo será outro daqui por diante. E que a ordem internacional será arranjada de modo diverso, obrigatoriamente.

É provável que as energias do executivo estejam voltadas para assuntos pontuais, como o desemprego e a arrecadação, por exemplo, e as eleições presidenciais de 2010 estão batendo à porta. Mas o momento de incluir na agenda o debate sobre a crise poderá passar, e um novo Congresso irá assumir em 2011, e o(a) próximo(a) Presidente(a) continuará refém se nada mudar.

Luis Inácio está na encruzilhada. Tornou-se popular perante a opinião pública por seu carisma pessoal e pelas ações diretas em benefício das camadas mais pobres da sociedade. Sustentou a economia à base do crescimento interno – grande parte pela ascenção das classes mais baixas ao mercado consumidor – e das propostas para geração de emprego e renda; elevou o salário mínimo a patamares bem acima da inflação, incentivou o agronegócio, as exportações e a produção industrial de maneira geral. Colocou-se na posição de porta-voz dos países emergentes e fez respeitar o povo brasileiro no mundo.

Isso não é pouco, principalmente ao se levar em conta a desconfiança, das elites sobre o PT, de antes da primeira eleição de Lula. Mas chegou a hora de querermos mais.

É fundamental que o Partido dos Trabalhadores, que não é mais o mesmo depois de ter sido alçado ao poder máximo da República, tome a frente na discussão do modelo de democracia que queremos. A crise é o caminho para o início do debate, e dela devem ser tomadas lições. Se insistirmos num Congresso fisiológico, corrupto e de interesses inconfessáveis, é possível que o projeto de desenvolvimento do Brasil sofra um retrocesso. O bom funcionamento do poder Legislativo é condição essencial para que o Brasil dê certo.

O último parágrafo do Azenha é muito esclarecedor:

“O presidente Lula precisa de toda ousadia e coragem política que acumulou nos últimos sete anos. Ele pode tentar o caminho à esquerda ou à direita. Ficar parado tentando agradar a todos é que não pode.”

Lula, ainda que refém, conseguiu escapar das armadilhas da direita. Mas, e o próximo (trabalharei para que seja Dilma Rousseff), terá o mesmo carisma e poder de Luis Inácio?

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5 de abr. de 2009

A Folha (tu)canalha.

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Ficha de Dilma Rousseff, dos arquivos da ditadura
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O Jornal Folha de São Paulo decidiu assumir a panfletagem à favor do candidato tucano à presidência, Coroné José Serra, ao publicar matéria, neste domingo, 05 de abril, tentando desqualificar a Ministra Dilma Rousseff.

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Ao usarem expressões do tipo ex-guerrilheira, cérebro das operações, dirigente da VAR, sequestradora, etc., pretendem manchar a imagem que a Ministra-Candidata construiu ao longo de sua trajetória política.
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Nota-se o desespero das editorias dos jornais da imprensa mais comprometida do planeta, provavelmente em virtude do crescimento do nome de Dilma nas pesquisas de opinião; recentemente, mais de 50% dos entrevistados disseram votar no candidato indicado pelo Presidente Lula.
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Em entrevista a FSP, à jornalista(zinha) Fernanda Odilla, Dilma responde às provocações do jornal, ao ser perguntada se fez mea-culpa pela opção da guerrilha:
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"Não. Por quê? Isso não é ato de confissão, não é religioso. Eu mudei. Não tenho a mesma cabeça que tinha. Seria estranho que tivesse a mesma cabeça. Seria até caso patológico. As pessoas mudam na vida, todos nós. Não mudei de lado não, isso é um orgulho. Mudei de métodos, de visão. Inclusive, por causa daquilo, eu entendi muito mais coisas.
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Folha - Como o quê?
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O valor da democracia, por exemplo. Por causa daquilo, (a tortura) eu entendi os processos absolutamente perversos. A tortura é um ato perverso. Tem um componente da tortura que é o que fizeram com aqueles meninos, os arrependidos, que iam para a televisão. Além da tortura, você tira a honra da pessoa. Acho que fizeram muito isso no Brasil. Por isso, minha filha, esse seu jornal não pode chamar a ditadura de ditabranda, viu? Não pode, não. Você não sabe o que é a quantidade de secreção que sai de um ser humano quando ele apanha e é torturado. Porque essa quantidade de líquidos que nós temos, o sangue, a urina e as fezes aparecem na sua forma mais humana. Não dá para chamar isso de ditabranda, não."
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Diante deste espetáculo de ridicularização da mídia, perante a vontade popular de eleger livremente seus candidatos, convido todos os blogueiros sérios e independentes deste país a iniciarmos, desde já, a campanha DILMA PRESIDENTE.
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É hora de eliminarmos a influência nociva da mídia comprometida brasileira.
Eles têm um preço a pagar pelas mentiras e calúnias que plantam; seus apadrinhados precisam ser desmarcarados.
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A mídia corrompida deste país precisa voltar imediatamente ao seu lugar de origem.
A lama.

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3 de abr. de 2009

Recorde do mês de março: CARROS!

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Dados da agência AutoInforme confirmam crescimento expressivo da venda de automóveis comerciais leves, ônibus e caminhões.
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Em março, foram vendidos 260.971 automóveis de passeio, número 18,2% superior que o mesmo mês do ano passado, e 36,4% a mais que o mês de fevereiro.
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Foi um março histórico.
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Com o impacto dos incentivos adotados pelo governo federal, com redução de IPI, o setor automotivo está muito longe da crise que afeta as empresas do mesmo ramo nos Estados Unidos.
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O crescimento do primeiro trimestre de 2009 foi 4% maior que o mesmo período de 2008, o que demonstra que a crise está mais na imprensa - e na cabeça de alguns oposicionistas - que na vida real. Os números do setor automobilístico deixam isso bastante claro.
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A BOVESPA é outro índice que apresentou dados positivos no terceiro mês do ano. A rentabilidade do mês foi de 7,18%, e o saldo estrangeiro na Bolsa alcançou R$ 1,44 bilhões, maior volume em quase um ano.
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Tudo leva a crer que estamos no rumo certo, como previsto por este blogueiro.

Fontes: Interpress Motor, FENABRAVE, Agência Reuters, Valor Econômico, BMF&BOVESPA

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Come on, FMI.

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Já pixei muitos muros com a frase FORA FMI, arriscando ser pego pela Polícia do Exército, em plena ditadura militar. Fazia isso com a coragem de garoto idealista, disposto a ser preso em nome de um ideal.
Nunca pensei que um dia escreveria a frase VENHA FMI.

Hoje, sob comando do Partido dos Trabalhadores, liderados por um ex-operário sindicalista, chamamos o FMI de volta ao Brasil.

Foto com os participantes do G20
Lula está à esquerda da Rainha Elizabeth.

O Presidente Luis Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil vai emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional, a fim de cooperar com os problemas causados pela crise financeira internacional.
Esse gesto o coloca numa posição de liderança tão espetacular, que os maiores líderes mundias o citam como referência.

Na reunião de cúpula do G-20 (foto acima), foi saudado como o político mais popular do mundo por, nada mais, nada menos, Barack Hussein Obama, o número 1 do mundo da política.

Obama troca um aperto de mãos com o presidente brasileiro, olha para o primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, e diz, apontando para Lula: "Esse é o cara! Eu adoro esse cara!".

Rudd aproveita a deixa e diz : "O mais popular político de longo mandato".

Pelo visto, os índices de aprovação de Lula não só estão altos aqui no Brasil, mas entre as principais lideranças do mundo inteiro.

Pudera, com uma oposição chinfrim que só se mete em trapalhadas, fretando jatinhos, construindo Castelos de Areia; com um ex-presidente que não sabe que é odiado pela imensa maioria de brasileiros, e com uma imprensa (comprometida até o pescoço) desesperada para que a crise se instale com força no país, fica fácil governar.

Basta fazer as coisas certas, na hora certa, ter carisma e ser do bem!

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Fico pensando se algum de meus companheiros, à epoca, desafiando a ditadura, podia imaginar que um dia seríamos financiadores do FMI.

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28 de mar. de 2009

A imprensa terrorista

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O Brasil está se tornando um país peculiar.
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Certos grupos empresariais da mídia estão usando o estilo Bin Laden. Destruição total.
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A Folha de São Paulo é o exemplo vivo deste meio de ação devastador. Seus jornalistas (?) escrevem matérias com o nítido objetivo de provocar desabamento de reputações.
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Vou citar nomes.
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Sérgio Malbergier, o boçal.
Josias de Souza.
Kennedy Alencar.
Renata Lo Prete.
Vinicius Torres Freire.
E outros tantos, que seria monótono relacioná-los aqui.
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Esta semana, dia 26/03, enviei e-mail ao Ombudsman da Folha, Carlos Eduardo Lins da Silva (ombudsman@uol.com.br), com o seguinte teor:
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É estarrecedora a tendenciosidade do jornal onde o senhor trabalha!
Ler notícias relacionadas à Operação Castelo de Areia tornou-se exercício de pular obstáculo: é preciso muita atenção para não ser derrubado pela manipulação óbvia que a FSP pretende fazer com seus leitores.

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No Painel, por exemplo, editado pela maliciosa Renata Lo Prete, não há sequer a menção aos partidos envolvidos na sujeira da Camargo Correa, PSDB e DEM. Apenas uma citação a FIESP.
Sobre o Partido dos Trabalhadores, despeja dúvidas. Fala, até, em telhado de vidro e de barbas de molho ...
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O que vocês pretendem com isso? Desviar o foco?

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Não sejam inocentes. Tratar seus leitores como asnos é o pior instrumento que esta empresa pode utilizar.
Asnos, são os editores desse folhetim marrom!

Até hoje não obtive resposta.
Nem tenho esperanças, pois tratando-se de uma empresa jornalística que apoiou a Ditabranda, nada mais óbvio que recorrer ao terrorismo.
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Osama Bin Laden, pelo menos, é mais honesto, em matéria de assumir responsabilidades.

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27 de mar. de 2009

Castelos de Areia


No dia 15 de setembro do ano passado, às 12h54, Dárcio Brunato e Pietro Francisco Bianchi, diretores da empreiteira Camargo Correa, conversaram ao telefone:
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Pietro: O Dárcio, escuta... aquele dinheiro que foi mandado pra Fiesp, como é que foi...foi lá pra Brasília?
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Dárcio: Não...a Fiesp...o que era do Agripino (senador José Agripino Maia) foi pro partido... pra aquela informação que ele havia mandado...
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Pietro: Peraí, peraí, peraí, peraí...eram 200 e 300, não é isso?
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Dárcio: Então...o que era 300 foi do jeito que eles pediram.
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Pietro: Quem pediu?
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Dárcio: O e-mail que o senhor recebeu deles que era pro partido...
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E continuam, mais àdiante:
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Pietro: 200 que era do Flexa... (senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA))
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Dárcio: Exato... aí foi 100 para o partido...
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Pietro: Que partido?
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Dárcio: O que ele havia sido solicitado inicialmente pro senhor...tem na relação...os outros 100...
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Pietro: Quem tinha solicitado?
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Dárcio: O Luiz Henrique (Luiz Henrique Bezerra, representante da Fiesp em Brasília) ...
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Pietro: O Luiz Henrique... 100 pro partido?
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Dárcio: Isso...
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Pietro: Ã...e...
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Dárcio: Os outros 100 ele dividiu em três partidos...PPS...PP (inaudível)
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Pietro: PPS...PPT...
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Dárcio: Não...é...PSB, PDT e PPS
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Pietro: PT...PPS?
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Dárcio: PPS...
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Dárcio: Paulo, Paulo...
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Pietro: Salvador...
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Dárcio: Tá bom...
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Pietro: Hein? Paulo, Paulo, Salv...PSB, Paulo, Salvador, Brasil e o outro é PT?
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Dárcio: PP...
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Parece muito clara a ação de financiamento ilegal de campanha.
A Construtora, envolvida na construção do Rodoanel e do metrô de São Paulo, doa dinheiro a partidos políticos através do Caixa 2.
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Os partidos envolvidos, DEM, PSDB, PPS, entre outros, devem explicações imediatas sobre o assunto.
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Quem também deve é a imprensa, que está empenhada em ligar o escândalo da Operação da PF, denominada Castelo de Areia, ao Partido dos Trabalhadores. A Folha chega ao cúmulo de, no Painel, editado pela jornalista(zinha) Renata Lo Prete, não mencionar uma única vez sequer o nome dos partidos envolvidos ... nem umazinha ... cita o PT três vezes.
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Alguns deputados e senadores, como o senhor Agripino Maia, usam os holofotes da mídia para posar de Super Herói da moralidade brasileira.
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A FIESP, organizadora do movimento cansei também está envolvida na malandragem ... Sr Paulo Skaf, quem diria, homem probo igualmente metido a Super Herói ...
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Super Heróis? Só se for no banheiro da casa dele!
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(diálogos retirados do site do Azenha, Vi o Mundo)
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25 de mar. de 2009

SANGUE DE JORNALISTA

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Ricardo Noblat, ou melhor, Ricardo José Delgado, se diz vítima de perseguição de blogueiros; acusa-nos de destruir reputações!

Escreveu no Observatório da Imprensa, hospedade no IG - o portal sem caráter, artigo tentando explicar o inexplicável. O fez depois que a Folha de São Paulo e o Correio Braziliense denunciaram que ele é dono de um programa na Rádio Senado FM.

Nem quero entrar no mérito de ser ou não legal. O que basta para compreender as relações incestuosas da mídia com o poder está na cara de quem quiser ver.
Clique aqui para ler o que já escrevi sobre isso.

Não bastasse sua tentativa vã de tentar convencer a platéia de que é um amante da música, porisso seu interesse na rádio, despeja sob os blogs independentes sua fúria. Classifica este legítimo instrumento de informação com ofensas graves, do tipo ... Sangue na Blogsfera, um território sem lei.

Ou, posando de vítima, diz (...) Foi deflagrada uma campanha em parte da blogosfera com a intenção de me desqualificar.

Mas que papelão é esse, Sr Delgado.

Como pode alguém patrocinado pela Rede Globo, ousar falar em intenção de desqualificar?
Será que seus patrões, não os do Senado, me refiro aos Marinho, vão acudi-lo neste momento triste de sua vida profissional?

Receio que não ... essa parte da imprensa, a qual o senhor faz parte, a mais comprometida do planeta, é a primeira a pular fora quando a água começa a subir. Como fazem os ratos!

A verdade, prezado ex-jornalista-blogueiro-jazzeiro, é um bem que está disponível para todos, sem exceção ou preconceito. Esta parte podre da mídia, onde o senhor escreve, perdeu o controle sobre as mentes das pessoas.

Hoje, felizmente, temos meios de comunicação que nos permitem desmontar a farsa, o golpe e a mentira que parte da imprensa brasileira nos impunha.


Como eu POSTEI, lá no Observatório da Imprensa, a verdade não lhe pertence mais!


Corre sangue de jornalista na blogsfera; acuado, apavorado, sangra diante de quem já foi vítima desse jornalismo anão.
É bom ver esta cena.
É reconfortante.

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