21 de mai de 2012

BRICS com Bê.

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O poder econômico global está mudando de mãos.
A causa, é o grupo de países emergentes que se apresenta no cenário econômico internacional, de 10 anos para cá, como um bloco sólido e consistente, que cresce a taxas vistosas ano após ano.

Liderados pela China, os BRICS apontam para a construção de um PIB mundial, em 2015, maior que os países ditos desenvolvidos. Veja gráfico abaixo:


É provável que já neste 2012 estejamos empatados, ou seja, o PIB dos emergentes deve ser igual - ou ligeiramente inferior - ao PIB dos ricos.

Deve-se a vários fatores essa mudança de eixo, mas, essencialmente, pelo fato de termos, nós emergentes, iniciado um período de crescimento interno. Com muita força na China e Índia, mas também no Brasil, Russia e África do Sul.

Essa reversão da curva de poder econômico explica-se, ainda, pelo fracassado modelo ocidental de capitalismo. Enquanto as Nações ditas desenvolvidas cultuaram o "mercado" como uma divindade, lançando-se em aventuras consumistas sem qualquer controle ou medida, os emergentes, todos, tangenciaram as regras neoliberais usando a força de seus Estados para gerir, dirigir e orientar suas economias.

Em outras palavras, a intervenção do Estado nas economias emergentes foi decisiva - e ainda é! - para o crescimento sustentável de nossas sociedades. A geração de riqueza está atrelada, necessariamente, à repartição dos ganhos, seja através de emprego, seja através de programas sociais. Assim é na China, na Índia, Brasil, Russia e Africa do Sul.

A imagem abaixo mostra o salto da China, Brasil e Russia no comparativo das 10 maiores economias do planeta em relação ao PIB mundial, enquanto as economias desenvolvidas se arrastam, com crescimentos irrisórios.

A França, por exemplo, despenca do 5º para o 8º lugar do ranking, enquanto o Brasil salta para o 5º  lugar, seguido pela Russia, em 6º.

Os piores dados ficam com USA, Japão e Alemanha, com perda no percentual do PIB mundial. São justamente estas economias que menos interferem no mercado; onde o consumo das famílias é a base de sustentação, agora, enfraquecidas.

É bom notar que estes dados, colhidos do FMI, estão exageradamente otimistas, pois com a crise na Europa do Euro, as economias desenvolvidas podem sofrer ainda mais danos, enquanto os emergentes ainda têm fôlego para crescer de forma equilibrada.

Resta saber o que seremos capazes de fazer com este poder que estamos conquistando.
O mundo desenvolvido está mudando de endereço. E de cara.

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18 de mai de 2012

Revista veja* é uma farsa.

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Quando adolescente, ouvia a música Lucy in the Sky with Diamonds, de Lennon e McCartney, e sonhava com um mundo livre. Eram os anos de chumbo no Brasil e as iniciais do título da música - LSD - remetia ao mundo hippie, à liberdade de expressão, ao Faça Amor, Não a Guerra.

Semana passada, minha memória viajou algumas décadas, de volta aos tempos difíceis que passamos, desta vez, num ambiente totalmente livre e sem censura: o TWITTER.

Foi @Lucy_in_sky quem provocou um tuitaço, cuja hashtag #vejatemmedo alcançou recorde de mais de dez horas na liderança dos TTs mundial.

Uma façanha!
Replicado por centenas, milhares de pessoas que pensam da mesma forma, que sabem que a revista veja* tem medo, sim! Este blogueiro, inclusive.

Em seguida, diante do barulho provocado, a veja* se manifestou, como não podia deixar de ser, através de seu mais ridículo emissário, um dos tipos mais medíocres do jornalismo brasileiro, verdadeiro capacho, Reinaldo Azevedo.

Pois o "tio Rei" - como gosta de ser chamado - postou em seu blog uma teoria estapafúrdia, a mando do patrão, de que o tuitaço tivera sido provocado por petistas, "robôs e peões que não têm convicções", afirmou o "tio".

De minha parte, posso garantir - e assumir - minhas convicções, sempre explícitas em minhas postagens, neste blog e no Brasil Mobilizado, desde muito tempo. E tenho absoluta certeza que os demais que tuitaram ao lado de @Lucy_in_sky, também.

O que a veja* precisa entender é que, apesar de não gostar, qualquer pessoa é livre para se exprimir; que o monopólio da verdade já não existe; que seu poder político e econômico está abalado, sobretudo depois das provas de envolvimento da quadrilha de Cachoeira com sua editoria política de Brasília.

Não foi divertido ler a tentativa de desqualificar @Lucy_in_sky, inclusive, como pessoa! Não a conheço pessoalmente, nem sei seu verdadeiro nome. Nem preciso saber para acreditar que ela existe ou, que não fosse esta pessoa, outra teria tido a mesma idéia.

No fim, ao pretender defender-se do público insatisfeito com sua revista, a veja* acaba criando outra farsa, mais uma dentre tantas outras, desta vez, sem qualquer sentido, ingênua e infantil, desmontada pela própria @Lucy_in_sky ao dizer: Ei, eu existo!

Quanto ao Reinaldo Azevedo - que se diz defensor da liberdade de imprensa, mas censura sistematicamente meus comentários em seu blog, e de todos aqueles que o criticam - fica a dúvida: ele é só mal intencionado ou é burro também?

Obrigado @Lucy_in_sky por ter me remetido aos anos 70.
E por não ter cometido tuiticídio!

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* Este blogueiro recusa-se a grafar o nome da revista veja com a inicial maiúscula.

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9 de mai de 2012

A AMEAÇA DE ELIANE.

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Dona Eliane escreveu em sua coluna de hoje, no Folha.Com, texto bastante revelador à respeito da CPMI do Carlito Cachoeira.

Na verdade, ela está assumindo o papel de porta-voz da velha imprensa, fazendo ameaças ao Congresso Nacional e aos membros da CPMI.

Começa, irônica, referindo-se ao presidente da CPMI, Deputado Federal Vital do Rêgo (PMDB), queixando-se da limitação ao acesso aos documentos do processo pelos demais membros da comissão, inclusive, ao acesso da própria imprensa.

Como dona da verdade, diz que os bons repórteres investigativos (sic) de seu jornal têm, em seu poder, o "material todo" do escândalo, dos esquemas e ramificações de Carlito Cachoeira.


Segue em frente, pretendendo desmoralizar Vital do Rêgo ao afirmar que ele quer esconder algo que é de conhecimento do jornal onde ela trabalha.

A referência ao "arrombamento" é um sinal da colheita de documentos de forma ilegal?

Então, finaliza com a ameaça não só ao presidente da CPMI como a todos os demais membros da comissão que avalia o escândalo da promiscuidade entre a oposição e o "empresário, bicheiro, formador de quadrilha, chantagista, etc", Carlito Cachoeira.


Repare bem, leitor deste blog, que o último parágrafo começa com a partícula "SE". Demonstra o verdadeiro sentido de todo o texto ao impor uma condição. "Se tentar fazer isso, vai bater com a porta na cara (...)".

Dona Eliane está dizendo, em outras palavras, que não tentem jogar a culpa só na oposição. E, por tabela, na velha imprensa, que é quem assumiu a verdadeira oposição no Brasil desde que Lula assumiu seu primeiro mandato.

Diz claramente que jornalistas sabem de tudo e que podem - e vão! - levar adiante denúncias contra membros da própria CPMI. E contra quem se colocar em seu caminho.

É muito provável que a velha imprensa esteja guardando cartas na manga para, no momento oportuno, apresentar suas queixas. Porisso, faz chantagem desde já. Não querem que se denunciem as falcatruas que o jornalismo barato e marrom apronta desde 2003.

Quem não acredita que Folha, Globo, Estadão e veja* não possuem coleção de denúncias, conseguidas por sabe-se lá qual meio, contra este ou aquele, e que podem usá-las no momento em que estiverem acuados?

Conhecemos os métodos desta gente rasteira, bem exemplificado no elo de cachoeira com a revista veja*. Plantar notícias, repercuti-las à exaustão, mesmo sem provas, para saciar a fome da oposição parlamentar meia-boca.

Parece que a briga vai ser boa.
Pela posicionamento de alguns, já dá para perceber que muita sujeira vai aparecer.
Aposto que muito jornalista vai sair queimado da fogueira. Gente conhecida. Resta saber quem.

Para ler a ameaça na íntegra, clique aqui.

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* Este blogueiro recusa-se a grafar o nome da revista veja com a inicial maiúscula.

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5 de mai de 2012

JUROS IMORAIS II

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Logo depois de ter postado JUROS IMORAIS, abaixo, li o que o ex-Ministro Mailson da Nóbrega disse sobre a queda da taxa de juros.

Não podia ser em outro local que não a revista veja*, onde é colunista.

Leia o que ele escreveu:




Para quem não lembra:



Mailson da Nóbrega foi Ministro da Fazenda do ex-Presidente da República José Sarney, entre janeiro de 1988 e março de 1989.
Em sua época à frente da economia do Brasil, a inflação alcançou 80% ao mês.


OITENTA POR CENTO AO MÊS!


É dono da Tendências Consultoria Integrada e trabalha para Instituições Financeiras. Para Bancos, para ser mais claro.

Em entrevista recente à Rede Globo, insinuou que estava sugerindo a seus clientes, os bancos, que não emprestassem dinheiro a juro baixo.

Este tipo de declaração, partindo de quem parte, só dá mais credibilidade à equipe econômica da presidenta Dilma Rousseff.


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Este blogueiro recusa-se a grafar o nome da revista veja com a inicial maiúscula.

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JUROS IMORAIS.

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Os editores dos cadernos de Economia da velha mídia precisam decidir, com urgência, o que querem.

Até bem pouco tempo, atiravam contra a equipe econômica de Lula e, mais tarde, de Dilma Rousseff, acusando-os de praticar as taxas de juros mais alta do planeta. Quem não lembra disso?

Qualquer economista recém formado sabe que taxa de juros e taxa de câmbio são ferramentas imprescindíveis no controle da inflação; não há um Ministro da Fazenda que não lance mão de todos os instrumentos para conter elevação de preços, mesmo que para tanto, pratique altas taxas de juros!

Neste espaço, já defendi tanto o Presidente do Banco Central quanto o Ministro da Economia, expondo razões bastante consistentes para a manutenção da SELIC em patamares elevados. Lula, às vésperas da eleição de Dilma, conseguiu reduzir a taxa de juros oficial para apenas um dígito - feito histórico nunca antes realizado neste país. Mas teve que voltar atrás, sob pena de ver a inflação recrudescer.

Agora, a presidenta Dilma vislumbrou nova oportunidade de reduzir a SELIC e, de acordo a sua equipe, baixaram a taxa para 9% ao ano. Diante do cenário de inflação e crescimento sob controle e, sobretudo, a contenção da sobrevalorização do Real, foi possível cortar um dos pontos frágeis da economia brasileira. Quanto mais alta a taxa de juros, mais caro é o custo de rolagem da dívida interna. Básico!

Para chegar a isto, Dilma Rousseff teve que usar seu prestígio político - representado pela alta popularidade medida recentemente - para iniciar o processo de reversão da SELIC.
Como primeira medida, tratou de usar os bancos oficiais que passaram a sinalizar taxas reduzidas para empréstimos a pessoa física e jurídica. Banco do Brasil e Caixa divulgaram reduções interessantes e praticamente obrigaram a banca privada a seguir o mesmo caminho.

No primeiro momento, a queda de juros privados não foi generosa. A Presidenta insistiu. Pediu. Quase exigiu. Logo, Bradesco, Itaú e Santander - as maiores instituições privadas no Brasil - acompanharam a baixa. Por lógica de mercado, a concorrência com os bancos públicos não lhes deu escolha.

Em seguida, o COPOM reduziu a SELIC de 9,75% para 9%, sinalizando viés de continuidade na queda. Tanto, que o mercado financeiro já projeta taxa de 8 a 8,5% até o final de 2012.

Diante do quadro de aproximação às taxas internacionais, agora, a imprensa volta a chiar!
Ao invés de elogiar o desempenho econômico que nos permitiu reduzir as taxas, a velha imprensa joga suas críticas sobre o risco da Caderneta de Poupança. Que estupidez! Que falta de caráter!

Basta fazer uma conta simples. De somar!

Levando-se em conta que a inflação anual no Brasil será de 3,50%, a taxa de juros real passa a ser
9,00 - 3,50 = 5,50.

Se a Caderneta de Poupança, por contrato, remunera em 6% ao ano (+ TR), está pagando mais que a SELIC!
Logo, os aplicadores fugirão do mercado de investimento para colocar tudo na poupança oficial.
Pela lógica, a taxa de remuneração da Poupança deverá cair para níveis aceitáveis, ou quebra tudo. É a providência que a equipe econômica está tomando.

O que quer a imprensa comprometida com a oposição?
Juros baixos e poupança alta?
Quem paga a conta?

Não dá prá entender.

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2 de mai de 2012

LULA e a cachoeira.

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É difícil acreditar que pessoas letradas deixam-se pautar por publicações de quinta categoria, como a revista veja*. Desconfio que algumas pessoas preferem não pensar, refletir, analisar os fatos. Talvez por comodidade. Ou má-fé.

O episódio envolvendo o criminoso Carlos Augusto de Almeida Ramos, que usa a alcunha de Carlinhos Cachoeira, mostra de forma bastante clara qual a intenção de parte da velha imprensa. A começar pelo tratamento dado a Cachoeira. Leio e ouço veículos referindo-se ao sujeito como "empresário"ou "contraventor". Conversa mole. É bandido!

Milhares de horas de grampos autorizados pela justiça demonstram, de forma clara, que o meliante está ligado umbilicalmente a importantes políticos brasileiros, a magistrados, a arapongas, a gente da imprensa. Não dá para negar. O mafioso Cachoeira teceu uma rede de proteção em torno de seu negócio de dar inveja a Al Capone.

(Abro um parêntesis, aqui, para dizer que vi na imagem do rosto do senador Fernando Collor, membro da CPMI, ao ser entrevistado sobre o assunto Cachoeira, um ar de ingenuidade, do tipo: ... no meu tempo era PC Farias que fazia meu trabalho sujo. PC Farias, perto destes quadrilheiros, não passa de uma fada-madrinha!).

Voltando ao tema.
Quem antes era o probo, virou fumaça. Quem antes esnobava o governo com frases de efeito, se transformou em palhaço. A oposição brasileira, que já vinha minguando, sangrando lentamente, perdeu a única coisa que ainda lhes dava algum respeito: o gogó!

(Outro parêntesis, é irresistível: numa gravação vazada, o senador Demóstenes liga para Carlinhos Cachoeira que o atende com um "bom dia, doutor!". E o senador devolve o cumprimento com um "bom dia, professor!". É de morrer de rir, fala sério.).

O que temos hoje:
A velha midia tentando de tudo, usando todas as forças e os artifícios disponíveis, pretendendo transformar a CPMI do Cachoeira num evento de segunda linha; querem a todo custo que o PT e seus membros estejam envolvidos.
Agora, exigem que a Delta Construções (alguns afirmam que é de propriedade de Demóstenes) seja minuciosamente investigada pelas obras do PAC.
No início, colocaram Dilma Rousseff, a PresidentA, como temerosa com as consequências e, ainda por cima, queriam jogar Lula contra ela, pela declaração do "doa a quem doer" dada por Lula à imprensa.

Peraí!
Qualquer pessoa tem o direito de ter sua opinião. E expôr seus argumentos. Mas essa história prá boi dormir que Lula quer a CPMI à despeito de Dilma é absolutamente ridícula. Não faz o menor sentido.

Você, leitor deste blog, pode ser da oposição, da direita, ser tucano, ser funcionário da veja*, o que for. Mas ninguém pode negar as habilidades políticas que Lula colecionou durante sua longa trajetória, desde os tempos da ditadura, do sindicato, do Congresso e do Planalto. Não fosse um exímio político, não teria sido eleito, reeleito, suportado o bombardeio diário da velha mídia e da oposição, nem teria eleito seu "poste", como gostam de dizer os mal intencionados.

Será possível que Lula não falou com Dilma?
Alguém realmente acredita que Dilma tem medo da CPMI? Que Lula só está querendo uma vingancinha boba contra parte do jornalismo que sempre o perseguiu? Por favor, sejamos razoáveis!

Durante oito anos de mandato legítimo, Lula teve capacidade de lidar com as situações mais adversas. E não foram poucas. Goste ou não, ele venceu! Deixou o cargo para uma sucessora desconhecida, "abortista", "durona", "iniciante", etc etc etc ..., com popularidade na casa dos 80%. OITENTA POR CENTO! Isso é amadorismo político? Ora!

Lula, Dilma, Zé Dirceu, Palocci, eu e a torcida do Flamengo inteira sabe que a oposição - aquela que em 500 anos só esteve fora do poder na era PT - está até o pescoço de lama. São décadas de exploração econômica do povo e favorecimento daquela meia dúzia de sempre, eles mesmos, que sempre encheram as burras de dinheiro sujo, da corrupção crônica instalada na administração pública, financiada pelo grande capital.

A direita brasileira, bem representada, hoje, por Serra, Demóstenes, ACMNeto, FHC e outros, não tem bandeira, não tem discurso, não tem voto. E está diante de uma cachoeira de provas incontestáveis que os liga ao pior do submundo do crime: tipos como Dadá, o araponga, e Carlinhos Cachoeira, o "empresário do ramo de exploração ilegal do jogo, da droga e da prostituição. Ufa.".

Se reconhecem uns aos outros, ligam para pedir favores entre si, como vistos para a babá e para a sogra entrarem nos Estados Unidos! Cumprimentam-se nos aniversários, riem das manchetes de jornal que acusam o governo ... ah, as manchetes ...

A história acontece assim (e não sou eu quem a inventa, são os fatos que a comprovam):
O candidato da direita precisa vencer as eleições. A bandidagem se movimenta; é preciso criar factóides para iludir e confundir. Um Senador da República conversa com o simpático Carlito Cachoeira. Decidem criar um fato. Acostumado a grampos ilegais, Carlito aciona seu amiguinho em Brasilia, editor chefe da sucursal do semanário veja*. Ligam para o Presidente do Supremo Tribunal Federal, órgão máximo da justiça. A revista lança matéria de capa acusando o governo de ter grampeado uma conversa entre o Senador e o Ministro do STF. Sai às bancas no sábado à tarde.

Domingo, maior rebuliço! O Fantástico reproduz a capa da veja*, entrevista o Senador e o Juizão que, pasmem, confirmam o diálogo. As outras emissoras entram na onda. Durante a semana, os jornalõeszinhos Folha e Estadão repercutem o "crime do grampo a duas figuras ilustres e limpas". Atiram de todos os lados, acusam os membros do governo. Esperam reverter em votos a maracutaia.
Detalhe: em nenhum momento a gravação foi exposta. Pensam ter credibilidade o bastante para fazer os eleitores acreditarem.

Resultado: perdem as eleições. E segue o velório. Outras armações são meticulosamente planejadas.

Agora, a festa acabou.
Como disse Lula - e ele sabe o que diz - a CPMI vai apurar doa a quem doer. Se tiver gente do PT, vai pagar. Mas a direita e a quadrilha de criminosos vai acabar de se afundar na lama.

É uma cachoeira de esgoto.

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* Este blogueiro recusa-se a grafar o nome da revista veja com a inicial maiúscula.
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