1 de dez de 2009

Sacrifício Democrático.

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Dificil não achar graça na coluna de Clovis Rossi de hoje.
Sob o título Surfando na onda do Brasil, o jornalista descreve uma abordagem ao Primeiro-Ministro Português, José Sócrates, no encerramento da Cúpula Ibero-Americana.
Conta que Sócrates teria achado ser importante uma conversa com jornalistas brasileiros, e que chegou ao extremo de pedir aos demais jornalistas, inclusive portugueses, que se afastassem.
"Não vê que estou conversando?" disse ao assessor que tentava interrompê-lo.
É.
Como se pode notar, o prestígio do Brasil se faz notar, inclusive, por jornalistas que sempre foram tratados sem respeito, humilhados, como descreve o próprio Rossi.
Já passou da hora dessa gente reconhecer a "enorme" competência do Itamaraty, segundo teria dito o Presidente da Espanha, Jose Zapatero.
Me refiro à parcela da imprensa mais comprometida do planeta, que faz questão de "derrubar" a boa imagem que se construiu no exterior, já que aqui dentro, a imagem só faz melhorar. Vide últimas pesquisas de aprovação do governo, superiores a 65%.
A propósito, é o presidente Luis Inácio que diz que dar entrevista coletiva é um sacrifício democrático.
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