24 de jul de 2010

MAIS PESQUISA.

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MENOR DESEMPREGO E MAIOR RENDA

Análise mais apurada da pesquisa DATAFOLHA publicada hoje, mostra um quadro politico bastante diferente de todos até agora. Esta campanha eleitoral tem ingredientes nunca antes vistos na história deste pais.

A começar pelo quadro econômico-social, o Brasil encontra-se, hoje, numa posição invejada por muitas nações, inclusive, as mais desenvolvidas. O nivel de desemprego despenca; hoje em 7%, um dos menores da série histórica do levantamento. O nivel de renda em crescimento - hoje é R$ 1.420,00 ao mês - é o maior registrado para um primeiro semestre.

Previsões realistas apontam para um crescimento do PIB, em 2010, da ordem de 7%, recorde das últimas duas décadas. Acredita-se que, com a atual politica econômica, é possivel diminuir ainda mais a pobreza e a miséria do Brasil, trazendo cada vez mais gente para a classe média. Aliás, esta foi uma afirmação de Dilma Rousseff em enrevista ao R7. Disse que pretende ampliar a classe média através dos programas sociais que têm dado resultado positivo.

Agora, as análises do Datafolha.

Apesar de apresentar um quadro de empate técnico, para a disputa à Presidência da República, todos os estratos da população pesquisada (sexo, idade, escolaridade e renda) acredita em vitória de Dilma Rousseff. Entre os mais ricos e escolarizados, inclusive, 51% acham que Dilma vencerá, enquanto apenas 30% acreditam em Serra.

A pesquisa mostra, ainda, melhor desempenho da candidata do PT, Dilma Rousseff, nas regiões mais pobres do Brasil, como ocorreu no primeiro turno da eleição de 2006 entre Lula e Alckmin. A região nordeste, principalmente, vota maciçamente no PT, provavelmente por ser mais beneficiada pelos programas sociais do governo federal, que diminui a pobreza pelos programas sociais. Em 2006, Lula obteve espetacular vantagem no Brasil mais pobre; Dilma deverá se beneficiar igualmente. Hoje, são menos pobres que há 4 anos, mas a "nova classe média" certamente votará no PT por ter tido oportunidade de ascensão.

É inegável que o aumento da renda através do emprego gerou melhores condições de vida para, pelo menos, 32 milhões de pessoas antes desassistidas. Esta legião de eleitores, com certeza, será decisiva na eleição de outubro.

Como disse Bill Clinton, certa vez, "é a economia que ganha eleição, estúpido!"
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