3 de out. de 2009

A inveja!

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Interessante a cobertura da imprensa mais comprometida do planeta 'a respeito da escolha do Rio para sede dos Jogos Olímpicos.
Mais da metade dos comentários dos ditos jornalistas são negativos, como se vencer uma disputa contra Chicago, Tókio e Madri fosse natural e pouco importante. Afinal, serão os primeiros Jogos realizados na América do Sul, e isso não é nada desprezível.
Se existem problemas estruturais no Brasil, esta é a oportunidade de resolvê-los. Tenho certeza que esta midia é muito responsável pelo agravamento dos problemas sócio-estruturais que, 'a partir de agora, podem, definitivamente, começar a ser solucionados.
A inveja e o rancor dos órgãos ditos de imprensa é enorme; nitidamente exibido nas caras dos apresentadores de telejornais O desânimo por mais esta vitória do Presidente Lula nem ao menos é disfarçado.

Azar o deles!

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2 de out. de 2009

Rio, 2016.

editado às 17h50
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Obrigado, Presidente Luis Inácio, pelo empenho na escolha do Brasil, do Rio de Janeiro, para sede das Olimpíadas de 2016.


Obrigado a todos os que participaram, pelo esforço e dedicação.
Com certeza, será um marco para o desenvolvimento do país; o evento trará os olhos do mundo para o Brasil, primeiro, com a Copa do Mundo de Futebol em 1014, e, agora, com as Olimpíadas.
Não sei porque, mas tenho a impressão de que o Brasil nunca mais será o mesmo.
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22 de set. de 2009

Diplomacia na crise.

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FATOS E VERSÕES
Ontem à noite, o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, voltou ao país e pediu asilo na embaixada brasileira de Tegucigalpa. Retirado do poder em seu país através de um golpe de Estado, promovido pelos militares da direita hondurenha em 28 de junho, Zelaya pretende destituir o golpista Roberto Micheletti e conclamou o povo a sair às ruas.


A reação dos militares foi imediata. Decretaram toque de recolher, e atacaram os mais de 4.000 manifestantes que atenderam ao apelo do presidente de fato. Soldados do exército - muitos com o rosto coberto por gorros - dispersaram a multidão com gás lacrimogêneo. Veja foto ao lado.
O presidente Zelaya, até este momento, encontra-se na embaixada, e busca um canal de diálogo com os golpistas, que cortaram a água e a energia elétrica do edifício onde funciona a embaixada brasileira.
A VERSÃO.
A imprensa brasileira está tratando o caso como se o Brasil estivesse interferindo na política daquele país.
Nos jornais da noite de ontem, principalmente na Globo, disseram que o apoio a Zelaya representa uma intromissão na soberania de Honduras. Trataram o assunto como um erro da diplomacia brasileira, e tentam qualificar Zelaya como um fora-da-lei que, ao descumprir a Constituição de seu país, pretendia se perpetuar no poder.

Entretanto, o Brasil não colaborou para o retorno de Zelaya a seu país, nem ofereceu qualquer tipo de ajuda logística para que ele voltasse a Tegucigalpa.
OS FATOS.
Manuel Zelaya, eleito democraticamente, enviou ao Congresso Nacional de Honduras projeto de plebiscito para tentar se reeleger no cargo de Presidente da República. A direita - e os militares - eram contra, pois sabiam que o povo hondurenho estava satisfeito com o rumo da política local.
Derrubaram Zelaya e assumiu, inteirinamente, Roberto Micheletti, em nome e com a garantia dos militares. Zelaya fugiu do país para não ser morto e, do exílio, mobilizou os Estados Unidos e vários outros países da América Latina na tentativa de negociar com os golpistas. Nada foi conseguido, até ele decidir voltar clandestinamente a Honduras e buscou auxilio do Brasil tão logo entrou no país.
O Chanceler Celso Amorim diz que a Zelaya fez contato com a embaixada brasileira quando já estava em solo hondurenho; o Brasil o aceitou por motivos humanitários e, também, porque Zelaya é presidente legítimo de Honduras, disse Amorim.
Qual a razão de Manuel Zelaya ter escolhido o Brasil para se asilar na embaixada?
Esta é a pergunta que a midia não fez. E não poderia. Para criticar - mais uma vez sem fundamento - o governo brasileiro, deveriam entender as razões que levaram Zelaya a optar pelo Brasil e não, por exemplo, pelos Estados Unidos.
O respeito que o governo brasileiro conquistou nos últimos anos é que dá ao presidente deposto a garantia de que começarão as negociações. Ele disse, desde a embaixada, que acredita que Micheletti e os militares busquem uma solução para o povo. E que o governo brasileiro é um exemplo de democracia.
O presidente Lula emitiu comunicado exigindo que se respeitem os acordos internacionais que protegem o território das embaixadas. Lula sempre defendeu, publicamente, o retorno de Zelaya ao cargo, propondo, inclusive, retaliações contra o governo golpista e anti democrático de Micheletti.
Esta posição do Brasil, expressa através de Lula, é que dá o tom da crise. O Brasil pede respeito às leis e à democracia. A imprensa brasileira deveria ter mais coragem, e assumir que a direita daquele país é vista com bons olhos. Mesmo quando tomam o poder por meios ilegais e à força.
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A queda do playboy.

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No ano de 1993 tive a oportunidade de estar à mesa com Flavio Briatore.
Era sábado, véspera do GP Brasil; eu trabalhava como intérprete do CEO de uma petrolífera francesa, patrocinadora da Equipe Williams.
Acompanhei o grupo de cinco ou seis pessoas a um dos melhores restaurantes de São Paulo. Nossa mesa era a mais animada, pois o francês Alain Prost tinha feito o melhor tempo do dia, e largaria na pole position na largada do domingo.
De repente, surgem duas figuras no restaurante e se aproximaram da mesa. Eu não os conhecia, mas o pessoal do grupo levantou-se e acenaram para os dois homens, que se aproximaram. Sentaram. Eles não falavam francês e o inglês deles tinha um terrível sotaque italiano.
Jantamos todos num clima muito amigável.
A certa altura perguntei a um dos franceses do meu grupo quem eram aquelas duas figuras. Um deles, o mais educado, era Luciano Benetton. O outro, que falava mais alto e ria de modo estridente, chamava-se Flavio Briatore.
Os nossos pilotos tinham feito dobradinha no treino de qualificação. Prost em primeiro e Damon Hill, também da Williams, em segundo. Os pilotos deles largariam em quarto e sexto, com tempos bastante inferiores aos nossos. Eram Michael Schumacher e Ricardo Patrese, da escuderia Benetton-Ford, que daria o título de campeão mundial a Schumacher no ano de 1995.
A impressão deixada por Briatore era a de um homem esperto, uma raposa. Atento a todos os diálogos da mesa, se comportava como se quisesse aparecer mais que os outros. Prestei muita atenção no que Luciano Benetton dizia; transmitiu muita segurança em tudo o que disse. Um homem inteligente.
Seu chefe de equipe, Flavio Briatore, era apenas um playboy interesseiro. Nada mais.
Esta semana, foi desmascarado e caiu.
Nunca deveria ter sido aceito no circo da Formula 1.
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O resultado do GP Brasil de Formula 1 - Interlagos, 1993:
1. Ayrton Senna - McLaren Ford
2. Damon Hill - Williams Renault
3. Michael Schumacher - Benetton Ford
...
21. Rubens Barrichello - Jordan Hart
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14 de set. de 2009

O Coroné vetou.

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Quando um Coroné resolve uma coisa, está resolvido.
Sempre foi assim nos currais eleitorais.
Vetar, segundo Houaiss, é proibir ou não autorizar; impedir, vedar.
Na ânsia de ser aceito como o candidato a candidato à presidência da República em 2010, o Coroné Serra proibiu, impediu, vedou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, de se lançar candidato a governador do estado.


O raciocínio é simplório, próprio de Coronéis que não precisam de nada mais além de sua otoridade para impor um desejo: ao imaginar que um cenário de confronto entre Alckmin e Kassab pode desgastar sua imagem, ordenou ao prefeito que fique quieto em seu lugar. O Coroné quer Alckmin como candidato e ponto final.
Não devemos esquecer que o Coroné Serra é hoje o governador, portanto está tratando de sua própria sucessão; ao anunciar que não será candidato a reeleição, está se lançando em campanha oficialmente à presidência da república. Bem antes do tempo.
Também não podemos esquecer que Gilberto Kassab, o prefeito-boneco, é do PFL e, teoricamente, nada deve ao tucanato do Coroné. Mas, como disse antes, o desejo do dono do curral é superior e deve ser acatado.
Nos tempos idos, quando um sujeito tinha o título de Coroné, era visto como um tipo mediocre e atrasado; manipulador de opiniões e dono de grande poder de convencimento atrávés da chantagem. Antigamente, Coroné que prestava andava armado de espingarda e cercado de capangas.
Hoje, o Neo-Coronelismo à Paulista revela a face moderna deste velho estilo: controle total de políticos inexpressivos, uso da máquina governamental para fazer propaganda de si próprio, controle da imprensa através de jornalistas de quinta categoria que se prestam a este Coroné na esperança de ganhar um posto no governo.
Mudaram os métodos.
Mas os objetivos continuam os mesmos na busca pelo puder.
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8 de set. de 2009

40 miseráveis anos.

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A TV dos Marinho está comemorando 40 anos de jornal nacional.
A festa deve ser boa, porque toda noite o casal-marionete, Bonner e Bernardes, falam destes miseráveis 40 anos.

Como fonte de informação de milhões de brasileiros, o jornal das oito transformou-se no ícone do jornalismo parcial.

Feito por gente comprometida até o pescoço com os interesses dos donos da emissora, mentem, falsificam, traem, enganam, ofendem, escondem e, ainda, se arvoram de paladinos da ética e da justiça.

Os que assistiram as edições do jornal da semana passada puderam ver, ou rever, matérias que "comoveram" o telespectador desavisado nas últimas quatro décadas. Fizeram um criança esperança dos noticiários, um espetáculo de super produção para autopromover a emissora.

Mas não soube que tivessem mencionado que a origem da rede globo, em 1969, foi através de um acordo ilegal com a americana Time-Life, nem falaram do apoio dos militares brasileiros à familia Marinho. Jornalista Roberto Marinho, como ele gostava de ser chamado. Amigo e confidente do general Golbery.
Não falaram que tentaram impedir a posse de Leonel Brizola, ao governo do estado do Rio de Janeiro, com a participação da globo na fraude do proconsult, na década de 80; não disseram que a cobertura do movimento Diretas Já foi pífia, porque os donos não viam com bons olhos a eleição de civis à presidência da República; não reprisaram a edição maldosa do último debate presidencial entre Collor e Lula, onde beneficiaram escandalosamente o caçador de marajás das alagoas.
A emissora (às vezes) líder de audiência, à custa de fraude e comprometimento com o IBOPE, sempre foi a voz dos donos do Brasil. Aqueles que se julgam acima do bem e do mal; aqueles seres odiáveis que se permitem falar de uns e de outros enquanto jogam a sujeira por eles produzida para debaixo do tapete!
40 miseráveis anos de jornal nacional é muito tempo.
Mais do que merecem.
Deve ser esta a razão que a audiência, cada vez mais qualificada, cada vez mais atenta, está migrando para outras emissoras na busca de informação. O mau-caratismo dos editores de jornais da globo está evidente: até nas edições esportivas eles extrapolam e, para não perderem o costume, pendem para o lado que lhes interessa.
O clã Marinho perde espaço na midia. O império começa a ruir.
Podre e envelhecido.

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2 de set. de 2009

Grampo não autorizado.

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Tucano I - Alô! Tem 2 minutinhos? Preciso muito falar com você.
Tucano II - Oi ... você com uma voz estranha ... teu celular é confiável?
Tucano I - Este é ... comprei anteontem, é de cartão, prá ninguém desconfiar.
Tucano II - De cartão? Que coisa mais pobre ... mas me diga o que te aflige, presidente.
Tucano I - É sobre o Pré-Sal. Você sabe que o Congresso recebeu a proposta, e o Lula discursou ontem, atacou nosso mestre supremo ... você tava lá, ouviu tudinho!
Tucano II - É ... tava lá, sim ... mas ia fazer o quê? Jantei com Lula; preciso seguir minha estratégia e aparecer o minimo possivel.
Tucano I - Pois é, presidente, vou ...
Tucano II - Já disse que não gosto que me chame de presidente, . Não ganhei ... ainda ... o presidente é você ... do partido, ?
Tucano I - bom, certo. Escuta. Vou subir à tribuna do Senado e descer o cacete (sic) no projeto do marco regulatório do pré-sal. Vou bater na tecla de que 90 dias, o regime de urgência que colocaram, é pouco para a sociedade discutir. O que você acha?
Tucano II - Ótimo. Faça isso!
Tucano I - Mas tem um problema ... (inaudível) ... o mestre supremo, quando lançou o projeto de privatização das Teles e das Elétricas, fez a mesma coisa ... regime de urgência também. Tenho certeza que o Mercadante vai falar sobre isso ... vai pegar mal prá nós, entende?
Tucano II - Fale assim mesmo! Vou ligar agora mesmo para meus amigos e pedir para que não publiquem que fizemos a mesma coisa. Fale isso. Dê ênfase ao prazo, diz que o povo precisa debater o assunto com mais tempo, blá-blá-blá ... você sabe.
Tucano I - Liga, então, agora pro Frias e pede prá ele ligar pro Mesquitinha. Liga para os das tevês, também. O que não pode é a Dilma levar vantagem com isso ... é muito dinheiro que vai entrar do petróleo, e ela vai usar isso na campanha. Vai dizer que é prá diminuir a pobreza ... pobre adora comprar celular ...
Tucano II - Celular a cartão ... hahahaha .... como o teu ....
Tucano I - Vai à merda!
Tucano II - Desculpe, presidente!
Tucano I - A propósito, você falou com os caras da Suiça? Eles disseram que mandam o dinheiro prá campanha por um doleiro de confiança, através de um paraíso fiscal ... liga prá eles, não deixa a coisa esfriar ... com esse negócio do pré-sal, eles podem achar que nossas chances diminuíram e recuam ...
Tucano II - Pode deixar. Com eles eu me entendo. Já levaram muito nas obras do metrô, esqueceu?
Tucano I - Pôxa, bem que podiamos nós ter descoberto o pré-sal ...
Tucano II - A festa seria no Texas, e não em Brasilia ... demos azar! Já estaria tudo privatizado ... tinhamos a fama de privatistas ... (inaudível) ... não pode acontecer como aconteceu com o Geraldinho em 2006 ... Lula colou nele a fama e teve menos votos no segundo turno que no primeiro!
Tucano I - É ... azar ... mas, se tudo der certo, a gente leva essa eleição! Você gostou de eu ter dito, ontem, que não temos o direito de perder para a Dilma? Gostou? Hein?
Tucano II - Foi boa ... precisamos criar mais frases assim ... (inaudível) ... com efeito. Vou falar com o pessoal do marketing, eles são ótimos em criar essas coisas.
Tucano I - , deixa eu ir, então. Vou prá tribuna, Zé. Liga a TV Senado prá me ver!
Tucano II - , você precisa falar meu nome?
Em seguida, a ligação é encerrada abruptamente.
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O áudio desta conversa foi gravado em midia regravável, e alguém o apagou.
Apesar do grampo ter sido feito de celular pós-pago, a qualidade é razoavelmente boa.
Os nomes não foram revelados para não comprometer os interlocutores.
O codinome tucano foi escolhida ao acaso. Poderia ter sido Urubu, Carcará ... ou qualquer outra ave.
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1 de set. de 2009

Central Globo de Armações.

A CARA DO DESESPERO

O que vou reproduzir abaixo é a entrevista concedida pelo Sr. Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura, ao Jornal da Globo.

Na noite de 31 de agosto, a Central Globo de Armações se esforçou imensamente para "desmontar" o projeto de criação da PETROSAL, estatal que irá administrar a produção de petróleo do pré-sal.
Convidaram este "especialista" para dizer que dará errado. Ele disse.

Vamos à entrevista:

William Waack - Este projeto (Pré-Sal) reinstitui a forte presença do Estado. Isso é elogiável ou criticável?


Adriano Pires – É criticável. A gente está fazendo um retrocesso na politica de petróleo e gás no Brasil. Dos 4 projetos o governo – exceção ao do Fundo Soberano – está introduzindo a reestatização do setor.

Cristiane Pelajo – Empresas estrangeiras sempre foram muito importantes na exploração de petroleo, até agora. Como elas devem encarar estas mudanças?

AP – O que está preocupando as empresas petroliferas, neste contrato de partilha, é o fato da Petrobras passar a ser monopolista na operação dos campos do pré-sal que não foram licitados; na verdade vc está convidando as empresas petroleiras para serem meras parceiras financeiras da Petrobras e isto pode ser que afaste as petroleiras tradicionais do Brasil. Por outro lado, este modelo pode atrair as chamadas empresas nacionais, né, como as chinesas. Hj a China tem dinheiro sobrando e ela pode querer comprar reservas de petroleo no Brasil. Mas como as empresas chinesas não tem tradição na operação, este tipo de modelo pode ser interessante para as empresas chinesas e outras empresas nacionais. (sic)


WW – Vamos focar um pouqunho no papel da Petrobras, aparentemente muito destacado, ela ganha uma participação minima de 30% nos blocos do pré-sal, é benéfico, a médio prazo, para nossa principal estatal?

AP – Olha, eu acho que não é benéfico não; acho que o governo está vendendo uma imagem errada, falsa, né. Pq vamos pensar no seguinte: a capitalização seria interessante para a Petrobras, mas é uma capitalização que vai vir (sic) do governo, então na verdade o governo vai tentar ter uma maior participação acionária na Petrobras, onde ele só tem 32%. Isso significa uma intervenção politica na empresa. Por outro lado, ao dar o monopólio da operação nos campos do pré-sal ainda não licitados, o governo introduz um risco na Petrobras. A grande vantagem do modelo atual era que a Petrobras ia nos leilões da ANP, escolhia o bloco que ela queria comprar e o parceiro que ela desejava ter. Agora, o governo vai obrigar ela (sic) a ser monopolista... voce reintroduz um risco. Antes da lei 9478 a Petrobras tinha 100% risco; agora no novo modelo, o governo está dando 30%, no minimo, de risco para a Petrobras. Acho que isso não é nada interessante para a empresa.

WW – Adriano Pires, presidente do Centro Brasileiro de Infra Estrutura, boa noite.

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A última resposta do "especialista" é uma pérola. Diz que antes o risco era 100% e, agora, 30%. E ainda insiste em dizer que não é interessante. Outra parte da farsa é dizer que apenas 32% das ações da Petrobras estão em poder do governo. Ele não diz que 51% das ações com direito a voto são do governo, portanto, a administração é do governo federal.
Por falar em pérola, este mesmo senhor disse, em entrevista ao site ÚNICA - União da Indústria de Cana de Açúcar, em 2004, o seguinte, referindo-se ao novo modelo de energia elétrica que o governo Lula, do PT, estava implantando:
Qual é o futuro do setor elétrico diante da nova regulamentação? Duas alternativas: ou o governo libera os investimentos das estatais e, conseqüentemente, abre mão do rígido controle das variáveis macroeconômicas como, por exemplo, da inflação, ou o fantasma do "apagão" estará de volta em 2008. A conferir.
Ele quis dizer que teríamos ou inflação em 2008, ou o "apagão". Conferido, nem um nem outro!

Ele sabe das coisas ...

A chiadeira toda da midia mais comprometida do planeta é por causa da regulamentação da exploração do Pré-Sal em véspera de ano eleitoral. O desespero é eles não poderem privatizar este recurso natural, que servirá para elevar o Brasil à categoria de país desenvolvido num futuro próximo.

Ao vincular os recursos obtidos na exploração de petróleo à saúde e educação, teremos garantia de investimentos nestas áreas sociais. Isso sempre foi bandeira do Partido dos Trabalhadores e, sobretudo, de Luis Inácio. Agora, diante de uma realidade concreta, a oposição, amparada na mídia, reclama, pois sabem que perderam o passo da história.

O Brasil irá se desenvolver com alavancagem de investimentos do Estado, sim senhor. Esta é a regra clara que está sendo implantada pelo PT; a prova da necessidade da presença do Estado na economia está nas atitudes que os Estados Unidos tomaram para debelar a crise internacional.

Enquanto isso, alguns espertinhos, os mal intencionados, preferem desqualificar o projeto do Pré-Sal ao invés de participar com opiniões, debates e sugestões.

Dá nisso ter uma oposição sem caráter, que dita as manchetes de jornal e a pauta de jornalistas com o rabo preso. Aos ratos do esgoto.

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31 de ago. de 2009

Benvindo à blogsfera!

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Foi lançado o BLOG DO PLANALTO.

Será uma importante ferramenta de comunicação com a sociedade brasileira.
Um instrumento moderno, rápido e eficaz, que permitirá à equipe de comunicação do Palácio do Planalto o uso de um canal totalmente independente.
Na foto ao lado, a equipe do BLOG.

A midia corporativa nada registrou.
Preferem esconder a novidade. Como se fosse possivel.

O povo brasileiro já está conectado à internet há muito tempo. Mais de 60% da população busca informações através do meio virtual, o que significa dizer que esta é a razão da queda nas tiragens dos jornalões tradicionais.
E tem muito mais.
De agora em diante, será possivel ler a íntegra das entrevistas concedidas pelo pessoal do governo federal, ou seja, a entrevista não poderá ser manipulada ao gosto do editor chefe.
A imprensa mais comprometida do planeta está arrancando os cabelos. Primeiro, foi o Blog da Petrobras, que revidava as fantasias publicadas na midia; ao dar o teor completo da entrevista, a Petrobras desmontou o esquema fraudulento imposto pela direita tucana do Brasil.
Agora é a vez do Palácio do Planalto.
Como já informado neste Blog - e a foto ao lado mostra a imagem colhida na apresentação do BLOG DO PLANALTO - à partir de agora a voz do governo federal será oficial. Não mais será possivel que um jornalista qualquer use seu "poder" para caluniar, ofender e denegrir a imagem e as ações dos homens e mulheres que trabalham em benefício do desenvolvimento do Brasil.
De agora em diante, antes de acreditar cegamente em tudo o que os "donos" da imprensa dizem, uma visita ao BLOG DO PLANALTO será fundamental para a formação da opinião. Aquilo que a própria imprensa chama de "outro lado".


A reprodução ao lado já é do BLOG DO PLANALTO.
É um marco na história brasileira.
Representa a liberdade de expressão e é a forma como a equipe de comunicação do Planalto fará contato direto com o povo de maneira geral.
Já é sucesso na blogsfera nacional.
O acesso está dificil de ser concluido devido aos inumeros visitantes do site, que buscam informações direto da fonte.
Este Blog deseja longa vida ao BLOG DO PLANALTO e já está na lista de recomendados.

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26 de ago. de 2009

Everardo Maciel: É uma farsa!

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Everardo Maciel, o todo-poderoso Secretário da Receita Federal nos 8 anos do governo do nefasto FHC, deu entrevista a Bob Fernandes, do Terra Magazine.
Classificou os episódios Petrobrás e Dilma/Lina Vieira como farsa, factóides.
Sobre as ditas manobras contábeis, que desembocou na instalação da CPI da Petrobrás, Everardo disse:
"(...) Farsa, factóide. E por quê? Porque não se pode falar de manobra contábil, porque a contabilidade só tem um regime, que é o de competência." ...
"a Petrobras, no meu entender, tem ABSOLUTO DIREITO (NR: Destaque a pedido do entrevistado) de escolher o regime de caixa ou de competência para variações cambiais" ... " É bom lembrar que a opção pelo regime de caixa ou de competência não repercute sobre o valor do imposto a pagar, mas, sim, a data do pagamento. Essas coisas todas são demasiado elementares. Para especialistas."
Demasiado elementares, ele disse.
Sobre o caso Dilma/Lina, ele também se pronunciou:
"... a história do virtual diálogo que teria ocorrido entre a ministra-chefe da casa civil, Dilma Rousseff, e a secretária da receita, Lina Vieira ... tomemos como verdadeiro que tenha ocorrido o diálogo. Se ocorreu o diálogo, ele tem duas qualificações: ou era algo muito grave ou algo banal. ... Se era algo banal, deveria ser esquecido e não estar nas manchetes. Se era algo grave, deveria ter sido denunciado e chegado às manchetes em dezembro, quando supostamente ocorreu o diálogo. Ninguém pode fazer juízo de conveniência ou oportunidade sobre matéria que pode ser qualificada como infração. Caso contrário, vai parecer oportunismo."
Vai parecer oportunismo, ele disse.
A midia, entretanto, trata estes dois assuntos de forma diferente.
Dois assuntos extremamente relacionados entre si, e que levam a duas situações importantes mas que o jornalismo comprometido prefere fingir que não existem: As eleições presidenciais de 2010 e o marco regulatório do pré-sal.
Não há nenhuma dúvida que a direita brasileira está muitissimo interessada na divisão dos recursos advindos da exploração do petróleo do pré-sal. De preferência, com grupos estrangeiros, ou seja, querem privatizar o petróleo ainda não explorado.
Para isso, é necessário impedir que Lula e o Partido dos Trabalhadores elejam Dilma Rousseff, pois ela é tão comprometida com os trabalhadores brasileiros quanto Lula.
Tem gente de olho grande no futuro deste país.
Temos que tratar de colocá-los em seu devido lugar.

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23 de ago. de 2009

SEM NOVIDADE.

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Texto baseado no Editorial da Folha de São Paulo de hoje.
Sustentando o senador Arthur Virgilio no Conselho de Ética, o PSDB simplesmente repete o clássico roteiro a que já se assistiu durante os 8 anos de mandato do nefasto FHC.
Provoca alguma tristeza, e alguns sorrisos, o drama pessoal do líder tucano no Senado, que confessou ter um funcionário no exterior, por 2 anos, mantendo seu salário; admitiu ter feito o Senado Federal pagar despesas médicas de sua mamãezinha a cifras muito acima do permitido em lei. Mais vale o silêncio do que qualquer comentário crítico.
Não cabe, aqui, julgar dilemas individuais de quem quer que seja. O que importa notar, entretanto, é o vazio partidário e político que se abriu no país depois da eleição de Lula. Só se fala do PT, como se a oposição não mais existisse, a não ser para acusar – quase sempre, sem qualquer fundamento legal.
Mais do que cogitar acerca do caráter pessoal dos comediantes demo-tucanos, seria importante refletir sobre as condições práticas do que, a torto e a direito, chama-se a "governabilidade".
De fato, é necessário preservar a ordem nos negócios do Estado, nem que para tanto a midia corporativa, sua parcela comprometida até o pescoço, grite e acuse ainda mais que a oposição.
Em nome de uma candidatura legítima e desenhada para dar prosseguimento ao projeto de desenvolvimento do Brasil -a da ministra Dilma Rousseff-, cumpre defender os interesses de um partido aliado, esta ou aquela personalidade sob o foco das investigações baseadas em recortes de jornal, além de acusações infundadas, levianas e mentirosas.
No fundo, reedita-se hoje um comportamento político que a Constituição de 1988 impôs ao criar este modelo de gerenciamento administrativo, que leva a distorções: só são colocados em prática projetos cujo Congresso aprecia e aprova, portanto, os acordos politicos passam a ser de fundamental importância para que o país não páre. Sobretudo, diante de uma oposição maldosa e sem caráter, apoiada em grandes veículos de comunicação que disseminam a sujeira pelos telejornais noturnos.
Princípios, valores, códigos e programas não importam nesse modo de fazer jornalismo e oposição no Brasil. As caracteristicas próprias do politico brasileiro perderam-se diante dos holofotes da midia que montam e desmontam personagens publicos a seu bel prazer. Trata-se, principalmente, do predomínio do favorecimento da alguns veiculos ao darem mais ou menos espaço para certas figuras públicas, em detrimento da racionalidade do jornalismo decente, ou, ainda pior, da honestidade em assumir suas preferências partidárias.
Lula, Sarney e Dilma estão sendo os alvos da falta de caráter de jornalistas-mercenários, que abdicaram de valores e princípios em nome dos salários pagos pelos donos de jornais. A política se transforma em acobertamento mútuo e camaradagem sem escrúpulo, como se comprova na quase total falta de cobertura que se deu ao arquivamento do processo contra o senador Arthur Virgilio.
Naufragam nesse processo tanto o PSDB -associado aos mais atrasados politicos do PFL - como a midia corporativa; levaram para o ralo a profissão de jornalista, valioso instrumento, se é que alguém se lembra, da luta contra a ditadura.
O que resta de toda a farsa?
Muito pouco.
Talvez algumas atitudes individuais; talvez as reações da opinião pública que revela estar firme ao lado da candidata Dilma Rousseff e do Presidente Lula, a oponião pública que acompanha cada lance de desmoralização midiatica e a vergonha pessoal de certos politicos outrora respeitados neste país, como FHC, por exemplo.
Tempos de mudança.
De crescimento e distribuição de renda e emprego.

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21 de ago. de 2009

Folha acusa EMBRATEL.

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O estropício nasceu em 1963, fez mestrado de jornalismo em Londres, foi correspondente em Nova Iorque, Toquio e Washington. Acabou na sucursal Brasilia da Folha de SP. Bem feito!

Ontem, teve a cara de pau de escrever matéria no blog de politica da Folha, sob o título:

E agora, essa: Embratel faz propaganda pró-governo Lula

Abaixo, reprodução da cara do blog e da cara do estropício.

Com palavras lamuriosas, acusou a Embratel de falar bem do Ministério das Comunicações. Reproduziu as palavras da narração do comercial da empresa, veiculado em Minas Gerais:
Por iniciativa do Ministério das Comunicações, que executa o maior programa de inclusão digital da América Latina, milhões de brasileiros que vivem nos lugares mais distantes deste país estão descobrindo a internet via Embratel”.
Deixa ver se eu entendo.
Uma empresa privada - para quem não lembra, a Embratel foi privatizada durante os anos marrons de FHC - solta uma peça publicitária numa rede de televisão igualmente privada, e é acusada de fazer propaganda pró governo Lula?
Por acaso o estropício - ou quem quer que seja - tem alguma coisa a ver com o modo que a empresa decide divulgar seus produtos, se ela usa seus próprios recursos para isso?
Quer dizer, então, que se eu assistir a uma propaganda de papel higiênico na TV terei o direito de pensar que se trata de publicidade da Folha?
O fato é que a Embratel, enquanto empresa privada, num país capitalista e democrático, tem o direito de divulgar que está implantando 1.919 pontos de internet país afora, através de consórcio vencedor de licitação junto ao Ministério das Comunicações do governo Lula do PT.
Este é o único assunto que deveria interessar o estropício.
Mas ele preferiu a ladainha chorosa, a provocação infantil e barata, ao tentar jogar lama no ventilador.
Este blog foi deixar mensagem ao estropício. Desejei boa sorte a ele, e recomendei que espalhasse seu Curriculum Vitae o mais depressa possível, visto que sua capacidade intelectual o levará ao olho da rua!
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PS - Michaelis - estropicio - sm (ital stropiccio) Dano, maldade, malefício; estrupício.
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19 de ago. de 2009

As batatas quentes.

Plenário do Conselho de Ética do Senado Federal arquivou, hoje, todas as 11 ações movidas contra o presidente da casa, José Sarney.
Todas movidas pela oposição.
Todas baseadas em recortes de jornal.
Todas com um forte sabor de ranço.
É evidente a manobra da oposição para se "apropriar" do Senado; a tentativa de derrubar José Sarney visava unicamente o empossamento do vice-presidente do Senado, Marcondes Perillo, tucano de carteirinha.
Não fosse essa a intenção, PSDB/PFL não se empenhariam tanto em derrubar uma liderança eleita com seus votos. Sim. José Sarney só se elegeu presidente do Senado com os votos da oposição que, misteriosamente, só agora descobre no ex-presidente da República um tirano editor de atos secretos!
Quanta ingenuidade!
E pensar que o lider tucano abestalhado Arthur Virgilio também corria risco de perder o mandato, porisso PSDB/PFL só gritavam forte quando uma câmera de TV estivesse ligada ...

Vamos combinar: essa oposição pode ser mestre em jogar batatas quentes no colo do governo, contando com a ajuda da imprensa mais comprometida do planeta.
Mas, na hora da verdade, não sobra ninguém do PSDB/PFL que tenha moral - ou vergonha na cara - para apontar o dedo contra alguém!

E mais: este blog deseja ao senador Flavio Arns (PT-PR) boa sorte após sua saída do Partido dos Trabalhadores. Quem sabe uma legenda mais à direita possa acolhê-lo com mais receptividade.

É preciso entendermos, de uma vez por todas, que enquanto formos pautados pela midia canalha deste país, a imagem de pessoas que pretendem nos alavancar rumo ao desenvolvimento será, invariavelmente, arranhada.

Vide a campanha contra Dilma Rousseff, tratada como criminosa terrorista, acusada por um documento comprovadamente falso e, agora, colocada contra a parede pela ex-secretária da Receita Federal que lembra a cor da roupa da ministra, mas não lembra a data da suposta reunião em seu gabinete.

Cabe a nós, que não acreditamos nas mentiras que tentam plantar diariamente nas TVs e jornais de grande circulação, denunciarmos a sujeira que se está tentando lançar sobre o partido que vai levar este país ao século XXI.

Só para relembrar: do lider do PFL do Senado, Luis Eduardo Magalhães, no episódio da compra de votos para aprovação da emenda da reeleição de FHC, em seu gabinete, na presença de dois deputados de seu partido acusados de receberem 200 mil reais:
Alguém duvida que estes senhores não receberam este dinheiro para votar à favor?

É a cara do partido que mandou neste país nas últimas 50 décadas!
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17 de ago. de 2009

CAÇA AO APARELHO DE TV

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COMO FUNCIONAM AS PESQUISAS NO BRASIL
Houve um tempo em que o SBT, do Silvio Santos, era a "emissora lider do segundo lugar". À frente, só a Globo de Roberto Marinho.
Não sei precisar quantos anos exatamente se passaram, mas alguém há de lembrar de uma chamada, colocada repetidamente no ar, no SBT, com o título CAÇA AO APARELHO DE TV.
Silvio Santos sempre usou o jogo de azar para atrair e qualificar sua audiência, e aquela chamada parecia mais um programa "inocente" de jogar os dados.
Mas não era.
Uma pessoa muito próxima à emissora vice-lider era a responsável pelo acompanhamento da audiência, minuto a minuto, através de um aparelho fornecido pelo IBOPE, do Montenegro, braço da Rede Globo.
Silvio Santos não se conformava com a baixissima audiência de sua programação; aos domingos, tinha certeza que seu programa QUAL É A MÚSICA não se limitava a dois ou três pontos percentuais. Ele pode ter milhões de defeitos, e tem, mas é um homem de midia e de TV.
A AMEAÇA
Silvio Santos fez uma reunião com o pessoal do IBOPE para ver se davam a ele uma oportunidade. Todos sabemos que cada ponto de audiência representa milhões de faturamento, e Silvio Santos nunca rasgou dinheiro! (o que jogava para a platéia, descontava do Imposto de Renda ...).
Montenegro jurou de pés juntos que os números estavam corretos. Silvio Santos não acreditou.
Na semana seguinte, soltou no ar de sua emissora a chamada para CAÇA AO APARELHO DE TV. O pessoal do IBOPE tremeu. Dois ou três dias depois, a audiência do SBT dobrou, e Silvio Santos fechou o bico.
A MARACUTAIA
A empresa IBOPE tem contrato com as emissoras de TV para medir a audiência de sua programação. Através de um aparelho simples, envia sinal com as informações a cada minuto, ininterruptamente.
O IBOPE possui uma rede de domicilios na grande São Paulo, aproximadamente, 600 residências, abrangendo todas as classes sociais, que possuem um pequeno transmissor em suas TVs que emite sinais para a sede do IBOPE. Esses sinais são decodificados e tabulados para, imediatamente, enviá-los às emissoras. Esses dados informam a quantidade de aparelhos ligados, em qual canal, e por quanto tempo.
É importante lembrar que as familias que aceitam instalar o aparelho do IBOPE recebem um valor mensal, como que em pagamento do sigilo a que são obrigados a manter.
Silvio Santos estava disposto a pagar mais.
Muito mais que o IBOPE de Montenegro.
Ameaçou jogar a dúvida sobre a lisura das informações que o IBOPE presta e, como num passe de mágica, sua audiência -- e faturamentou -- aumentou.
Simples assim.
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13 de ago. de 2009

TVs em pé de guerra.

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Foi declarada a guerra entre as Tevês brasileiras.
As duas maiores emissoras destilaram veneno uma contra a outra.

Primeiro, a Rede Globo de Televisão fez reportagem de 10 minutos em horário nobre. O Jornal Nacional acusou o "bispo" Edir Macedo, dono da Rede Record, de desviar recursos da Igreja Universal para suas empresas privadas.

Colocou no ar imagens de Macedo ensinando colegas a pedir doações para as igrejas. Estas cenas são antigas e a Globo já as havia exibido anteriormente.

Ainda, para dar um tom de seriedade na matéria, os âncoras do jornal disseram ter tido acesso ao processo movido pelo Ministério Público; dizem ter provas das irregularidades do dinheiro empregado na compra de emissoras de rádio e TV.

A Rede Record, no dia seguinte, produziu matéria de mais de 8 minutos no Jornal da Record acusando a concorrente de práticas desonestas para "montar o império" que se tornou monopólio.

Textualmente, o locutor diz que a Globo manipulou a opinião pública durante muito tempo; que a familia Marinho usa a emissora de TV para seu jogo de interesses, e que as rasteiras em Lula não são novas.

Mostrou imagens da campanha eleitoral de 1989 e acusou a Globo de manipular debate em benefício do candidato Fernando Collor, que saiu eleito ao cargo de Presidente da República.

As críticas foram duras. A Globo nasceu de uma ação ilicita de um governo ditatorial, disseram, e que democracia nunca foi o forte da Globo.

A Record lembrou de um direito de resposta conseguido na justiça pelo então candidato ao governo do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, e exibiu imagens do locutor do Jornal Nacional que, em 1994, narrou o texto de Brizola.


De todo este imbroglio, fica no ar a pergunta que a Record formulou: como a Globo teve acesso aos documentos do Ministério Público se o processo corre em segredo de justiça? Quais os métodos que a emissora lider de audiência usa para conseguir "provas" contra seus concorrentes?

Está claro que a imprensa brasileira é comprometida até o pescoço com seus interesses inconfessáveis. Agora, uma acusa a outra de práticas ilegais e corrupção. A opinião pública já percebe que estes velhos "formadores de opinião" já perderam credibilidade, e acredita cada vez menos nas "notícias" veiculadas diariamente.

Quando será que os donos de veiculos de comunicação vão assumir que seus interesses politicos é que dão a pauta de seus jornais?
É preciso coragem para isso. É preciso ir além do que contratar meros papagaios maquiados que repetem o que os donos mandam, como são os apresentadores dos telejornais.

Existem jornalistas sérios. O que não existe é seriedade na imprensa mais comprometida do planeta.

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12 de ago. de 2009

JUSTIÇA NA FEIRA LIVRE:

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BANANA POR DÚZIA, NUNCA MAIS
Uma importante medida, que regulamenta a venda de bananas, foi sancionada pelo Governador no Estado de São Paulo, Coroné Zé Serra.
Já era hora de intervir neste mercado tão conturbado e imoral, que é a venda desta fruta tropical, símbolo de várias republicas latinoamericanas de filmes de ação.


Mais uma vez o Coroné impediu que o mal vencesse o bem; o criminoso que insistir na venda por dúzia poderá ser multado em, até, R$ 297.600,00 !
O texto da lei nº 13.174 dá um basta no abuso. À partir de agora, bananas só poderão ser vendidas a quilo, até mesmo em feiras livres.
Você, consumidor de bananas, deverá denunciar as quadrilhas bananeiras que desrespeitam a lei; são grupos extremamente perigosos e organizados que agem no ramo desde o século XIX, desafiando sucessivos governos ao venderem dúzias de bananas.
Mas isso acabou!
Obra do Coroné Zé Serra.
O paladino da justiça das feiras livres.
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10 de ago. de 2009

IMPRENSA-DRAG

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A tal “crise” do Senado Federal está nos oferecendo uma excelente oportunidade de desmascarar a imprensa mais comprometida do planeta.
Não vê quem não quer. Só acredita aquele que é ingênuo ou, igualmente, comprometido.
As amostras do comprometimento estão diariamente estampadas em jornais, revistas e sites controlados pela máfia midiática, conhecida como PIG; os que escrevem os textos o fazem cuidadosamente, competindo entre eles para fazer a mentira parecer verdade.
Essa campanha tem o único objetivo de construir uma imagem, destruindo outras, na esperança de retomarem o poder perdido em 2002 para Luis Inácio Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores. A imagem a ser construída, agora, é a de José Serra.
A IMPRENSA-DRAG.
parece uma coisa, mas é outra.


Travestidos de donos da moral e da verdade, uma quadrilha de “jornalistas” usa uma ferramenta que consideram eficaz na difusão de seus ideais: a mentira.
A história recente do Brasil está repleta de exemplos.
Na ditadura militar ergueu-se um império midiático chamado Rede Globo (1965) e, de lá para cá, vários outros veículos aderiram aos governos dominados pela direita.
Quem não lembra da construção da imagem de Fernando Collor, o caçador de marajás, que a midia transformou no primeiro Presidente da República civil eleito depois da ditadura? E da mesma forma que o elegeu, o destronou. Quem era seu opositor à época? Lula.
Em seguida, escolheram um ninho tucano para retirar um nome e empossá-lo Presidente. Cunharam FHC como o Pai do Real, como se ele fosse o homem que enfrentou a inflação e a venceu. Contra quem ele competia? Lula.
Ainda na metade do primeiro mandato, a imprensa apoiou a emenda da reeleição – escondendo a compra de votos -, uma lei feita exclusivamente para que FHC pudesse continuar no cargo e dar andamento nas privatizações que começara em seu primeiro reinado. A midia viabilizou sua segunda eleição privando a população das informações sobre a economia. Logo depois da segunda posse veio a mega-desvalorização do Real e o país mergulhou em profunda crise. Quem era seu oponente também na segunda campanha? Lula.
Finalmente, em 2002, diante de tantos fracassos, o povo decidiu votar no PT. Não houve meio de impedir, nem com as mentiras plantadas na midia de que Lula confiscaria a poupança. A Carta Aberta ao Povo Brasileiro foi decisiva para conseguir os votos necessários para empossar o primeiro Presidente operário do Brasil.
A midia não se conformou. Até hoje há um ranço preconceituoso em cada matéria que cita Lula ou o PT. O tratamento dispensado aos aliados do governo é francamente destrutivo. Sem qualquer pudor, a imprensa-drag mente, omite, inventa, aumenta e dá farta ênfase a suas matérias caluniosas; jornais, revistas e TV, de forma orquestrada, inventam argumentos falaciosos para tentar derrubar este governo. E produzem manchetes de dar vergonha.
Foi assim às vésperas da reeleição de Lula, em 2006; na difusão da mentira do “mensalão”; na perseguição implacável a nomes do partido, como, José Dirceu, Antonio Pallocci, José Genoino, entre outros; foi assim na divulgação da farsa da Febre Amarela, no exagero da gripe H1N1, e, agora, no que denominaram “escândalo do Senado”.
Todos sabemos que o alvo é o Presidente Lula, apesar dos ataques estarem sendo dirigidos a José Sarney. Não quero defender nenhum senador ou deputado, de nenhum partido, mas não é honesto apontarem o dedo a Sarney como se fosse o único responsável pelos “atos secretos”.
A imprensa-drag não diz que o mesmo partido de Sarney, o PMDB, era base de apoio de FHC nas suas duas gestões, e encobrem que outros presidentes do senado, à época aliados dos tucanos, editaram tantos ou mais atos secretos. Não apenas isso, mas um ex-ministro de FHC fraudou o painel secreto de votação do senado, tendo sido obrigado a renunciar a seu mandato por causa do escândalo. Antonio Carlos Magalhães, alguém lembra?
Como li no blog do Azenha de hoje, quando Collor sobe na tribuna e pede a Sarney que não renuncie, assim como Renan Calheiros, ambos ícones das más práticas politicas, eles estão certos! Assim como está completamente equivocado o senador pelo Rio Grande do Sul, Pedro Simon, ao pedir a cabeça de Sarney e cobrir de carinhos a governadora de seu estado envolvida em corrupção fartamente comprovada! Simon e a governadora Yeda Crusius estão sendo protegidos, enquanto os outros, acusados.
Os travestis da midia preferem o pior caminho, aquele que pretende nos devolver ao século passado. A imprensa-drag é à favor das privatizações que Lula e o Partido dos Trabalhadores nunca farão e, porisso, são perseguidos, julgados e condenados pelas familias mafiosas controladoras de parte dos meios de comunicação!
Maquiados de representantes da “opinião pública”, articulam suas campanhas sujas, agora, para derrubar a candidata à presidência, Dilma Rousseff, ligando seu nome a atos terroristas e, ainda pior, usando a oposição para instalar a CPI da Petrobrás. Lembremos que a Dilma Rousseff foi Ministra das Minas e Energias, e é o alvo da CPI.
Por essas razões é que a imprensa-drag está se tornando um eximio canal de comunicação entre os ratos do jornalismo tupiniquim. Seus rabos se prendem uns aos outros e o cheiro que exala é forte. Estão escrevendo o Manual da Contramão do jornalismo.
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Para deixar claro: o respeito que tenho por estes profissionais auto-denominados Drag Queen é infinitamente maior do que minha consideração pela midia comprometida.
O termo Drag, de dragão, é o mais apropriado que encontrei para qualificar parte da midia golpista.
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7 de ago. de 2009

Cangaceiros e Coronéis.


Ontem, em sessão do Senado Federal:

Calheiros aponta o dedo para Jereissati acusando-o de fazer parte da "minoria com complexo de maioria".

"Não aponte seus dedos sujos prá cima de mim", reclamou Tasso.

"Dedos sujos do jatinho do senhor", gritou Renan.

"O jato é meu, tenho dinheiro pra pagar, não é dos que você anda com seus empreiteiros".

"coronel cangaceiro de terceira categoria".
"coronel de merda".
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O embate entre os dois Coronéis foi gravado.
Um ofendendo mais que o outro.
Os capangas já estão à postos.
Os cangaceiros prometeram vingança; um vai denunciar o outro no Conselho de Ética.
Ética?

4 de ago. de 2009

Atrás das cortinas não há fumaça.

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A pobreza está diminuindo no Brasil. A desigualdade, também.
É isso que mostra o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), nesta terça feira, no estudo Desigualdade e Pobreza no Brasil Metropolitano Durante a Crise Internacional: Primeiros Resultados. Clique aqui para ler toda a pesquisa, em .pdf .
Ao contrário de outros períodos de crise econômica (1982/83, 1989/90 e 1998/99), desta vez, sob comando da equipe de Luis Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, houve redução do empobrecimento desde o início da crise internacional.
Em todas as regiões metropolitanas pesquisadas a pobreza diminuiu. Veja no gráfico abaixo.


De março de 2002 (42,5%) ao mês de junho de 2009 (31,1%), a taxa de pobreza caiu 26,8%. Em termos absolutos, nota-se a saída da condição de pobreza de 4 milhões de brasileiros, de 18,5 milhões de pessoas em março de 2002 para 14,5 milhões em junho de 2009.
É um dado histórico e relevante. Significa que estamos no rumo certo, pelo menos, do ponto de vista dos brasileiros comuns, dos cidadãos que trabalham, que saem às ruas em busca de oportunidades, que compram, que sonham com um futuro melhor para seus filhos.

A CORTINA
Um certo jornalista de nome José Guzzo, conselheiro do Grupo Abril, disse:
"Não quer dizer que jornalistas sejam pessoas melhores que quaisquer outras... Quer dizer, apenas, que mentem menos, e isso conta, quando se considera o trabalho que fazem".
Com conselheiros assim é normal que o capo Civita tenha chegado onde chegou. Tão perto do esgoto.
Teria saído de sua cabeça calva a crença de que jornalistas mentem menos? Ou terá sido uma revelação divina; quem sabe, a ciência identificou um gene diferente no DNA dos jornalistas ...
Pessoas comprometidas até o pescoço com interesses inconfessáveis, com as mais imundas mentiras e calúnias, são as que servem de escudo aos manipuladores de opinião. Grande parte da midia brasileira serve de cortina para ocultar mentes desonestas que acreditam fazer um trabalho importante.
A FUMAÇA
Existe uma turma que finge não saber ler as pesquisas. São poucos, é verdade, mas fazem barulho. É a turma que está preparando pesquisas de popularidade tanto de Lula quanto de Dilma; estão assando no forno da mediocridade um golpe contra aqueles que estão fazendo o país dar certo. Em breve, institutos famosos divulgarão que Lula já não é tão popular ...
O "escândalo do Senado" está sendo uma ótima oportunidade para que se crie uma imagem negativa do governo Lula.
A "pandemia" de gripe suína, também.
Repetidas vezes, nos jornais e tevês, ouve-se o coro dos editores-chefe bradando os males que estamos sofrendo. Homens públicos atirados aos lobos; acusações de todos os lados sem chance de defesa.
E mentiras. Muitas mentiras. Mas, felizmente, a credibilidade dos órgãos de imprensa está se aproximando cada vez mais do nivel do chão. As redações dos jornais estão se transformando num enorme depósito de ratos. Com os rabos presos uns aos outros.
Atrás das cortinas não há fumaça.
É isso que mostra a pesquisa IPEA. Que, em breve, seremos a quinta economia do planeta.
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3 de ago. de 2009

A astúcia do Coroné.

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Quem não contava com a inteligência e astúcia do Coroné Zé Serra, se deu mal.

Ele acaba de lançar seu plano hiper-arqui elaborado para a Educação de São Paulo. Um homem sabido, sem dúvida, com capacidades que só um verdadeiro Coroné possui.

A idéia (genial) é aumentar o salário dos professores da rede estadual para, até, 7 mil reais.
Isso mesmo! SETE MIL REAIS!

Você, leitor, que é professor em São Paulo, pode ir se preparando. Se não é, morra de inveja!
A idéia é simples. Leia com atenção:
* Você terá que trabalhar na mesma escola por, no mínimo, três anos;
* Você nunca poderá faltar;
* Você terá que fazer quatro exames. Um a cada 3 anos;
* Suas notas nunca poderão ser menores que no exame anterior;
* A nota minima será 6 na primeira prova;
* Na segunda, terá que ser 7. Depois, 8. E, finalmente, na última, 9!
Fácil, não?

Essa engenharia que o Coroné criou é perfeita. Principalmente porquê, se o sujeito não morrer ou se aposentar daqui a 12 anos, ou se não desistir de ter optado pela carreira, ou, ainda, se conseguir ultrapassar as barreiras até chegar à conclusão dos testes, terá se tornado um emergente!

Sim! Um professor pode ser emergente. Sete Mil Reais por mês é quase o dobro do que ele ganha hoje, no pico da carreira. Quem sabe, ao elegerem continuamente os tucanos para dirigirem o Estado de São Paulo, quem sabe... daqui a 15 anos não lançam outro plano de aumento de salários e, então,

VOCÊ, QUE É PROFESSOR, passará a ganhar 8 MIL REAIS POR MÊS!

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O interessante, tendo em vista a divulgação de um plano para a Educação, é a cara de pau dos jornais ao divulgarem com tanta ênfase essa farsa.
Nenhum deles disse que o projeto do Coroné é posar de "o bom" enquanto joga a conta no colo do governador do ano de ...2.022!

A lição mais importante que se pode tirar é:
assim se começa uma campanha eleitoral!

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